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938 Palavras

Japona Narrando Assim que BR e WL levantaram e saíram daquela p***a daquela sala, eu soltei o ar pela boca, devagar, tipo quem tá segurando o mundo nas costas e finalmente larga um pouco o peso. O MT ficou quieto, ainda com os olhos acesos de raiva, mas tentando disfarçar. Tava claro que ele não esperava aquela moral vindo de mim. E pra ser sincero? Nem eu sabia se devia ter dado. Mas dei. E agora era tarde pra voltar atrás. Me aproximei dele, botei a mão no ombro e apertei de leve. — Agora tu vai ter que segurar a responsa toda, moleque. — falei baixo, só pra ele. — Não é mais só o boné de frente que tá na tua cabeça. É o nome do teu pai. É o sangue da boca. É o legado. Ele soltou um meio sorriso, meio nervoso, meio marrento. — Eu nasci pronto, Japona… tu sabe disso. Fiquei olhando

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