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854 Palavras

MT NARRANDO A rua tava calma, céu cinza dando sinal de chuva e o volante gelado na minha mão. Deixei a Manu lá no posto, vi ela entrando com aquela calça jeans agarrada e a camisa social branca toda enfiada por dentro. O jaleco balançando no braço, cabelo preso alto. A médica mais gata que o Salgueiro já viu. Dei um sorriso sozinho, mas não durou nem dois segundos. O celular começou a vibrar no painel. Chamada de número privado. Só quem me liga no oculto é polícia ou X9. E polícia eu já conheço os toques. Atendi. — Fala. — É hoje. — a voz veio seca. — Carro forte da Prosegur. Duas viatura, dois carro de apoio. Três segurança. Entrega em Duque. Chegada no posto de gasolina da rodovia, 11h28. Fechei os olhos e respirei fundo. Era disso que eu precisava. Dinheiro fácil, sangue correndo

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