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Sinopse

Após uma noite quente com um desconhecido, Mariana o reencontra como o novo vizinho de seus pais, casado. Mesmo indo contra seus princípios ela acaba seguindo seu desejo e se torna amante do Policial André.

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Capitulo 1
Eu simplesmente amo viajar, mesmo que seja apenas para passar um final de semana numa cidade diferente, conhecer pessoas novas ou apenas locais. Por isso quando a Livia me chamou para irmos passar uns dias no Rio de Janeiro eu amei, ela passaria uns dias na casa do pai dela e não queria ir só. O que ela não havia comentado era que o namorado também iria com a gente, ou seja, passei toda a viagem sendo vela do casal. Não que fosse um problema real, eles eram fofos, mas eu estou carente desde que terminei com o meu ex. Chegou o dia de voltarmos para BH e o pai das Livia deixou a gente na rodoviária, eu tinha adorado a viagem, mas sentia que faltava algo para ela ficar completa e eu sabia o que era. Eu precisava ser bem comida. Nós embarcamos no ônibus por volta de uma 16h30, a Livia e o Davi ficaram na parte da frente, nas primeiras poltronas e a minha era um pouco mais para o meio, mas não haveria problema em mudar de poltrona depois já que não tinham muitos passageiros. Se não me engano ele vai para BH e de lá para Vitoria no Espírito Santo, então os outros passageiros entrariam só na próxima rodoviária. Após guardar a minha mochila sentei-me na minha poltrona, a da janela, e coloquei o fone de ouvido. Não sei em que momento aconteceu, mas um homem enorme parou na minha frente gesticulando para mim. Tirei os fones e olhei para onde ele estava apontando, duas calcinhas minhas tinham caído no chão. – Eu abri para guardar minhas coisas e acho que a sua bolsa está aberta. – Meu Deus! Mil desculpas!! Peguei as calcinhas e as guardei novamente, garantindo que agora, sim, a minha mochila estava fechada. – Sem problemas. – ele continuou sério. Eu estava morrendo de vergonha, não sabia onde enviar minha cara. Mas devo deixar claro que fiquei um pouco excitada. Aquele homem era enorme, mais velho talvez uns 35 ou 40 anos. Ele é alto, os músculos marcados pela camisa branca e com mãos enormes. Minha respiração ficou acelerada, minha seca era pior do que eu pensava, eu estava imaginando aquele desconhecido me fodendo. Merda! Antes dele sentar-se, vi por um momento seu olhar parar nos meus s***s. Que trataram de responder seu olhar, ficando extremamente pontudos. Era visível. Eu não gostava de viajar com sutiã, machucava quando eu ia dormir, mas eu não esperava que um gostoso fosse sentar do meu lado em um ônibus quase que inteiramente vazio. Acho que ele percebeu o clima estranho e decidiu puxar assunto. Ele me perguntou se eu estava indo para Minas a passeio, falei que morava a minha vida inteira e que estava voltando de férias. Também me senti no direito de perguntar o que ele estava indo fazer em BH. “Estou me mudando por causa do trabalho”. Nos apresentamos, eu Mariana e ele André. Conversamos bastante, tanto que quando fui olhar já estava a noite. Falei que iria até os meus amigos e fiz questão de passar sarranda um pouquinho nele. Durante toda a nossa conversa ele olhava para o meu decote e também para as minhas coxas descobertas pela minúscula saia que eu usava. Ele me queria, mas eu só tomaria uma atitude se ele falasse alguma coisa. Até o momento ele estava sendo super-respeitoso. Conversei com a Livia e o Davi e aproveitei o caminho para conferir quão cheio estava o ônibus. Se tivessem 10 pessoas era muito. Voltei para a minha poltrona com o olhar do gostoso em mim. Me sentei novamente. Não falei nada com André, ele estava no celular, em uma ligação um pouco acalorada. Coloquei o fone de ouvido novamente e me virei para dormir um pouco. Acordei mais excitada do que quando fui dormir, acabei sonhando com o homem ao meu lado me comendo na merda desse ônibus. O ônibus estava escuro e as pessoas estavam dormindo até mesmo André, peguei minha necessaire e fui ao banheiro. Como não ia conseguir dormir novamente, escovei os dentes e fiz xixi. Voltei para a poltrona e o homem estava com os olhos abertos. – Que susto! Pensei que você estava dormindo. – Eu estava tentando, mas sofro de insônia. – Que chato! Licença! – passei por ele para sentar. – Estou com uma dúvida em relação a você – grunhi para que ele continuasse. – Você sempre anda com calcinha minúsculas? Aquilo era tudo o que eu precisava. – Depende, as eu ando sem. – falei do jeito mais safado que consegui. – É mesmo? E agora você está com alguma. – Ele tinha luxúria no olhar. Cheguei bem perto, no ouvido dele e disse: – Acho que você vai ter que descobrir... – Isso não vai ser problema. Se me permite... – a mão dele desceu para as minhas coxas, alisando-as por um tempo e colocando a mão por dentro da minha saia, até tocar na minha calcinha. Tudo isso sem desviar o olhar do meu. – Você me enganou. – Perdão, é que talvez eu não queira uma mão na minha b****a e sim uma boca. Tirei a mão dele de mim, ele protestou, mas fez. Eu estava encharcada e precisava dar, mas ele comeria na minha mão. Tirei minha calcinha sem parar de olhar no fundo do olho daquele homem e coloque no bolso da calça dele. – Não gosto de ser chamada de mentirosa. O amiguinho deles estava animado e ele fez uma breve verificação no corredor e em seguida começou a me beijar com a mão voltando para a minha b****a. – Não faça barulho, se formos pêgos vai ser atentado ao pudor e quero te comer a noite inteira. Ela parecia estar ciente que eu não transava a tempos, ele me atiçava, beijava meu pescoço, brincando com a língua no meu pescoço e em contrapartida seus dedos faziam um trabalho impressionante dentro de mim. Eu não aguentaria muito, mas ele não se conformou, partiu para os meus s***s, deixando-o amostra e abocanhando o mesmo. André fazia movimentos circulares com a língua e logo em seguida sugava o mamilo. Estava difícil gemer baixo, tive que colocar a mão sobre a minha boca para não acabar com momento. E eu gozei ali. Com espasmos e um gemido reprimido, mas ele não parou. O homem tirou os dedos de dentro de mim e os levou até a boca onde sugou. Ele não disse nada, apenas não tirava os olhos dos meus, notando todas as minhas expressões enquanto ele me satisfazia. Ele puxou minha blusa para baixo e agarrou meus dois s***s com as mãos, começando a sugar um com a boca e massagear o outro com a mão. Eu não ficaria parada, tateei o abdômen dele até chegar no volume da calça de André, mas ele me parou e também parou o que estava fazendo. – Vamos com calma gatinha, eu estou e******o o suficiente, não quero sua mão aqui. Quero essa boquinha linda. Foi o suficiente para eu o agarrar e começar outra sequência de beijos, eu estava molhada novamente e se ele queria ser chupado então eu iria abocanhar. – Seu desejo é uma ordem... Abri as calças do homem e abaixei um pouco a cueca com a ajuda dele. O m****o do homem saltou empedrado, ele estava certo. Aquilo era enorme e eu queria tudo dentro de mim, mas antes eu daria um trato nele. Não sou do tipo que vai direto ao pote então comecei com uma bola e depois com a outra, ele colocou a mão no meu cabelo, aquilo era uma espécie de tortura para ele. Depois de um tempo brincando com as bolas dele, ele não suportou e me colocou para chupar o p*u dele. O fiz à minha maneira, ele também se segurava para não gemer e no meu vai e vem o chupando eu fazia em uma espécie de câmera lenta para castigá-lo um pouco. Senti que ele ia gozar e aumentei a velocidade, até que senti seu orgasmo na minha boca, com uma jatada forte. Engoli tudinho, deixando cada parte do m****o de André bem limpinho e apesar de ter gozado o p*u ainda estava duro e ereto. Como isso era possível? – Eu quero f***r a sua b****a, então siga minhas ordens para não ficar desconfortável. Eu gostaria de te arrombar, mas não podemos fazer barulho. Ele arrumou o p*u dele e eu subi a minha saia. André mandou que eu me sentasse nele já encaixando o p*u dele na minha b****a, enquanto isso ele tapou minha boca o que me deu liberdade para soltar um gemido, que saiu baixo e abafado. Segurei na poltrona da frente, que estava desocupada e usei como apoio para começar a me movimentar com o sobe e desce. Ele agarrou meu cabelo em um r**o de cavalo me dando impulso para sentar com força. Se ele estava se segurando para não me arrombar, estava falhando miseravelmente. Parecia que ele estava tentando me partir ao meio. Ele permanecia com uma mão na minha boca. Ficamos nisso até que eu gozei, mas ele não. Mais algumas bombadas e ele ejaculou dentro de mim, soltando um urro contido. – c*****o, você é muito gostosa! – p***a! Ninguém nunca me fez ficar com as penas bambas... – Você já está de pernas bambas? Eu ainda nem comecei, isso são apenas as preliminares, eu te falei que quero te comer a noite toda e você será fodida até amanhecer. A menos que esteja cansada. – Estou louca para ver tudo o que você é capaz. – Eu disse começando a rebolar com o p*u dele dentro de mim.

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