Continuação....
- Vai doer um pouco, mas eu vou devagar - Ele me segura e me penetra devagar, mas mesmo assim, a dor é grande e me escapa um grito, ele apenas me beija para aliviar. Ele fica um tempo parado para que eu me acostume, logo começa a se movimentar devagar. Eu encosto minha cabeça na parede com prazer que estou tendo. Aquilo era bom, muito bom. Ele faz uma trilha de beijo dos meus s***s até meu pescoço, deixando meus pelos em pé. Logo Peter começa a dar mais estocadas fortes e rápidas. Começo a gemer alto e Peter põe sua mão em minha boca para abafar os gemidos, mas mesmo assim, ainda sai um pouco alto.
- Tem alunos ainda - ele continua suas invertidas em mim. Minhas costas batem na parede com sua força, ele ainda esta com a mão em minha boca. Isso é sexy.
- Vai gemer alto ainda? - ele pergunta sorrindo e eu balanço a cabeça em forma negativa. Ele me joga desta vez no sofá, ainda juntos eu fico por cima dele. Ele segura minha cintura com força e faz com que eu suba e desça. Eu não me seguro, e solto mais gemidos, desta vez, ele não fala e nem faz nada. Fica me olhando e eu fecho os olhos apreciando o momento. Jogo minha cabeça para trás e minhas mãos ficam em suas coxas, ás apertando. Ele agora se junta a mim, peito com peito, respiração com respiração. Eu beijo seu pescoço, seu peito, seus lábios, e escuto um gemido dele. Eu tenho o poder sobre ele também. Ele levanta e me leva até sua mesa com a respiração pesada. Joga tudo que tem em cima, e me deita nela. Eu não estava cansada, eu queria mais e mais. Ele continua cada vez mais rápido e forte.
-AH!!...Peter..to..quase - ele me aperta mais até que meu corpo tomba para seu lado. Nossas respirações estavam fora do normal, meu coração quase saindo do meu peito assim como o dele. Escuto nossa respiração, e solto um sorriso dos meus lábios. Eu nunca pensei ser assim minha primeira vez. Em um escritório. Sempre pensei depois do casamento, em um local perfeito, mas isso foi perfeito. Eu olho pra ele, e ele esta me olhando com seus olhos quentes.
- Eu não me canso de você - ele diz me pegando e me sentando em seu colo no pequeno sofá, onde estávamos mais uma vez nos entregamos um ao outro .
-Peter...ah - Eu gemo alto
- Diga o que você quer - ele fala sorrindo em minha costa
- Mais rápido - eu grito, e isso ele faz. Estamos no paraíso quando quando escuto a voz de Lu. Eu pulo do seu colo, e corro recolhendo minhas roupas - Peter, tenho que me limpar - digo com meu rosto pegando fogo de vergonha.
- Você fica sexy vermelhinha - ele fala e sorri - Tem um banheiro ali. - Ele aponta para uma porta que eu nem tinha reparado ali. Me Limpo com um pano umedecido. Depois de sair, eu vou me vestindo, quando eu procuro minha calcinha, não encontro, entao olho e ele esta com ela não mão
- Safado, me devolve - eu falo seria, mas querendo rir
- Isso pertence a mim - ele diz - Vista apenas a calça - Como ele é mandão, mas eu faço. Luma estava quase arrombando a porta. Nós já estávamos vestidos quando ele abre. Ela não esta com a cara nada boa.
- Tô te esperando mocinha - ela fala e sai. Eu deveria está horrível. Eu pego minha bolsa e saiu, quando estou perto da porta ele pega meu braço e me beija
- Nunca mais flerte com outro homem entendeu? - ele pergunta
- Me solta - digo e me solto dele
- Até mais, Kate - ele se aproxima e me dá outro beijo. Eu saiu tonta de lá e vou direto para o carro de Lu. Eu entro toda sem graça, e quando sento, sinto uma pequena dor. Ela liga o carro, e sai sem falar nada, e eu fico séria também
- Não vai me contar como foi? - ela pergunta com um sorriso de lado. Eu coro e nem sei o que dizer
- Maravilhoso - a única coisa que saiu, ele sorri e dá um grito
- Ahhh! eu tava tentando ser séria, mas não dá. Kate, você é uma safada - ela diz sorrindo, e eu apenas sorrio de volta
- Lu, ele é muito quente - eu digo rindo e mordendo os lábios - ele é uma perfeição, e vai ser minha perdição
- Ele foi carinhoso? - ela pergunta sorrindo
- Quando era preciso - eu digo sorrindo maliciosamente para ela
- Vocês são louquinhos um pelo outro - ela diz estacionando na frente da minha casa, e eu agradeço e digo que entraremos em detalhes depois, e ela concorda. Entro na casa vazia. Eu subo e me jogo em minha cama.
Lembro de tudo, como não lembrar? ele foi meu primeiro homem e estou apaixonada por ele. Quem diria? o caro que eu queria matar a dias atrás, hoje eu só quero ele perto de mim. Ao mesmo tempo tenho a tristeza, e se ele só quis se aproveitar de mim? o que eu vou fazer? sofrer? Eu tiro isso da minha cabeça, e vou tomar um banho. Eu estava suja e melequenta. Após isso , coloquei uma roupa confortável e deitei na cama, acabando dormindo e sonhando com um loiro terrivelmente sexy.
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P.O.V KATHERINE
Acordei as seis horas. Eu dormir tanto. Levanto meia lerda, e desço as escadas. Escuto barulho de risada na cozinha e vou na direção. Quando entro, vejo minha mãe com um homem. Acho que de 40 anos e ao lado um outro homem só que mais novo e aparentava ter uns 23 anos por aí.
— Filha, quero que conheça Jonh Smith — ela apontava para o rapaz mais velho, Tinha cabelos grisalhos e olhos castanhos mel, era de boa postura e um coroa bonito — E seu filho Edward Smith — diz apontando agora para o rapaz mais novo que por sinal, era muito bonito. Forte, cabelos pretos e olhos zuis como o céu. Tinha um sorriso encantador nos lábios, e estava vestido como o pai, só que sem o terno preto. Apenas um a blusa social azul e gravata listrada.
— É um prazer conhece-los — digo os cumprimentando com um aperto de mão e um sorriso. Senti o olhar de Edward em mim e isso me incomodou.
— John era meu amigo da escola e nos encontramos esses tempos — ela diz meia sem graça e com vergonha. Eu sabia que minha mãe sentia algo por ele. Via no olhar dos dois.
— Ah, que legal, mãe — tento me surpreender — Eu tenho que tomar um banho, acho que ligarei para Lu para darmos uma volta — sorrio pedindo permissão para minha mãe.
— Pode ir, filha, por que não convida Edward? — Minha mãe pergunta. Eu sabia que ela queria ficar sozinha com John. Virei e sorri
— Claro e, mãe? Usarei seu carro — digo pra ela e saiu. Eu subi as escadas e vou tomar um banho. Uso uma saia preta e uma blusa de seda azul. Um salto branco com preto. Deixo meus cabelos soltos e passo meu perfume favorito. E claro, uma leve maquiagem. Estou descendo as escadas e a visto eles agora na sala.
— Vamos? — pergunto pegando meu casaco e a chave do carro da mamãe. Vejo o olhar de Edward em mim novamente. O pai dele da uma leva batida no ombro dele e Ed vem logo em minha direção.
— Vamos! — ele sorri e seguimos para fora.
— Tá um pouco frio, né? — ele continua esfregando as mãos.
— É sim, esse é o carro de seu pai? — pergunto e ele apenas concorda — Bonito — digo divertida. Entramos no carro da minha mãe, e antes de sairmos, ligo para Lu dizendo que a encontrarei no restaurante do centro da cidade. Seguimos a viajem conversando sobre nossas vidas. Ed é uma ótima pessoa.
—Você tem quantos anos mesmo ? — Pergunto
— 24 e você ? — ele pergunta
—21 —digo dando de ombros —Namora ? — pergunto.
—Não encontrei a pessoa certa ainda — ele fala coçando seu queixo — e você ? — Ele pergunto e eu penso em Peter, mas por que eu pensei nele? Ele não é meu namorado. E pelo jeito nem vai ser.
— Não quero me envolver com ninguém agora. Primeiro meus estudos — suspiro e ele faz o mesmo. Como ele era bonito. Chegamos e ele oferece seu braço para mim. Eu aceito timidamente.
— Tá muito bonita — ele fala sorrindo de canto
— Você também, mesmo que não tenha se arrumado — Respondo rápido e entremos. O lugar era Bem arrumado e elegante.
— Posso ajudar ? — Pergunta o garçom sorrindo docemente
—Uma mesa para Três por favor — Diz Edward antes que eu falasse
— Por aqui — Ele nos guia para uma mesa distante. O lugar era muito grande. Eu estava distraída mas, mas, o que ? Não podia der! Que cretino, i****a, filho da p**a. Sim. Era ele mesmo!Peter, o diretor gostoso que me deixa louca. Sentado com quem ? Com uma mulher lindamente linda. Com cabelos loiros lisos. Ele estava rindo com a v***a da loira. Como um filho da mãe desse tem coragem? eu juro que um dia mato ele, mas eu não ia ficar dando showzinho de mulher ciumenta. Agarrei com mas força o braço de Ed, e seguimos para a mesa. Ele ainda não tinha me visto. Eu acho! Sentei com Ed e ele pediu uma bebida.
— Então, o que gosta de fazer? — Ele pergunta gentil
— Bem, gosto de ler, escutar música, sair com meus amigos, estudar algumas matérias legais. E preciso urgentemente arrumar um emprego. Eu não quero viver das custas da minha mãe — digo e olho para Peter que agora estava olhando ferozmente — Bem feito — pensei sorrindo e me virei
— Bem, acho que para sua sorte na empresa do meu pai estou precisando de uma secretária, se você quiser, eu adoraria lhe contratar — ele sorri, mas eu sei de suas intenções. Mas como vou recusar? Eu preciso de um emprego e não posso negar essa oportunidade.
CONTINUA.....