Assim que tive certeza que Emanuel estava bem, sai da casa o mais rápido que pude. Encontrando Alves ao lado do carro. — Aonde vamos? — ela perguntou assim que me viu dar a volta no carro em direção ao lado do motorista. —Para minha casa — disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. —Não, Cauã. Eu já devia estar em casa a essa hora, digo na minha casa — ela disse meio tensa. Provavelmente preocupada com a mãe ou os irmãos. —Olha! Eu realmente preciso de um banho. Não aguento mais esse terno — disse levando os dedos a gola do terno. Eu não estava fedendo, nem nada do tipo, é como se as roupas não permanecessem comigo na forma gato e apenas voltassem quando eu volto a forma humana. Como isso tem sido pouco tempo nos últimos dias, elas não parecem suja

