Juliana Narrando Acordei devagar, sentindo aquele silêncio estranho no quarto. Estiquei a mão pro lado da cama e não senti o Nathan ali. Abri os olhos devagar, ainda meio grogue de sono, e fiquei alguns minutos olhando pro teto. Meu corpo ainda parecia pesado, como se eu tivesse dormido por dias. Acho que eu realmente tava exausta. Fiquei ali deitada mais um pouco, aproveitando o conforto da cama enorme e macia. Passei a mão pela barriga ainda pequena e soltei um suspiro. Ainda é estranho pensar que tem uma vida crescendo dentro de mim. Meu filho. Depois de alguns minutos criei coragem pra levantar. Sentei na cama, espreguicei os braços e caminhei até o banheiro. Peguei a escova de dentes, escovei com calma e depois lavei o rosto na água fria pra despertar de vez. Quando olhei no espe

