O mês seguinte foi de ansiedade, Athos mudou-se de vez para o apartamento de Al, dormia comigo todas as noites e contava histórias de ninar para o bebê, embora eu nunca as tenha ouvido e desconfie que ele mesmo as tenha inventado, gostava de vê-lo entretendo minha barriga e o que eu amava mesmo era quando ele dividia seu fone de ouvido com meu umbigo. "Já vamos incentivar desde o ventre, pra não corrermos o risco de sermos surpreendidos com uma adolescente que ouve Justin Bieber." Eu ria, mesmo que ele achasse que era de suas piadas, mas meu riso era de esperança, mesmo que ele não dissesse diretamente, sempre deixava escapar algum comentário de como a vida seria no futuro... e nela, meu bebê e eu estávamos inclusos. Athos levava-me ao médico, participou ativamente das últimas consultas e

