Arturo O sol m*l tinha nascido, mas a sede do Vultures já estava fervendo. Desde a chegada dos irmãos de todo o país, o pátio parecia um campo de batalha prestes a explodir. Revezamento de vigias, mapas abertos sobre a mesa de reuniões, fichas antigas sendo revisitadas. A confiança virou moeda escassa. E no meio disso tudo, ele chegou. Zero. Magro, calado, óculos espelhados, cabelo preso num coque bagunçado. Entrou com o laptop debaixo do braço, como se carregasse uma bomba. Zero não era de falar. Era de ver. De ler. De invadir. Era o tipo de homem que não precisava de músculos quando carregava a inteligência como arma de fogo. Foi recrutado pelo press anos atrás, depois de ser descoberto em um fórum obscuro quebrando sistemas de segurança do governo. Desde então, era o olho invisíve

