capitulo117

657 Palavras

Arturo O rugido das motos ecoava como trovão. Eu liderava o comboio com os punhos cerrados, os olhos colados na estrada e o coração batendo como um tambor de guerra. Atrás de mim, seis dos irmãos mais leais do press: Garganta, Fumaça, Toro, Zero, Aranha e Lobo. O tipo de gente que não precisa de muito pra entender uma ordem. Eles ouviram meu silêncio e já sabiam: hoje, o chão ia tremer. Krane havia sumido da sede. Mas não rápido o suficiente. Zero rastreou a última localização pelo GPS da picape dele. Um posto de gasolina no fim da rota 417, próximo ao velho galpão do interior. Um lugar que só os mais antigos conheciam — porque o press usava pra guardar armas e material de emergência quando o mundo apertava. Era estratégico. Isolado. E com apenas uma entrada. — Se ele tiver lá, vai

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