Capitulo141

897 Palavras

Arturo Voltar pra sede dos Vultures com o coração em paz ainda era uma experiência estranha. As paredes continuam as mesmas. O cheiro de graxa, couro e gasolina me fazia lembrar de quem fui… e do que deixei pra trás. Mas agora, em vez de andar com o peito estufado e o olhar duro, eu caminhava mais devagar. Como quem respeita o próprio passado… mas não se deixa mais arrastar por ele. — Sala dos Fundadores, Arturo — disse Lobo, me esperando no corredor. — Tá todo mundo lá. — Pensei que fosse só mais uma reunião. — É. Mas essa… é pra você. A sala estava cheia. Todos os rostos marcados pelo tempo e pela guerra. Irmãos que sangraram comigo. Alguns que duvidaram de mim. Outros que dariam a vida por mim. Garganta foi o primeiro a se levantar. — Arturo, você segurou esse clube nas

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