Capitulo 140

1036 Palavras

Arturo O silêncio acabou no segundo em que cruzei a linha entre a escuridão da lateral da refinaria e o galpão principal. Um rangido. Um farol. E então, o primeiro disparo. — ATIRADOR! COBERTURA! — berrei. A bala passou a centímetros do meu rosto, estourando o concreto atrás. Lobo rolou para a direita, Atlas já se posicionava com a espingarda curta. E eu? Eu avancei. O galpão era vasto, com colunas grossas sustentando um teto cheio de ferros cruzados. Caminhões cobertos por lonas estavam alinhados nas laterais, e entre eles, os homens de Romanov surgiam como ratos armados. — Vultures! — gritei no rádio. — Executar Fase Um! Garganta, pela rota de esgoto, lançou a granada de luz. BOOM! Um clarão branco explodiu por dentro do galpão, ofuscando os vigias. Corri em linha reta. Me

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR