Capitulo109

1106 Palavras

Emilly Foram necessários três dias para eu finalmente respirar fundo e decidir contar. Não porque eu tivesse medo — longe disso. Mas porque eu queria que fosse especial. Queria que eles sentissem a mesma alegria que estava transbordando do meu peito desde que vi aquelas duas linhas no teste. Meg e Cristian estavam passando o sábado conosco. Tínhamos combinado um almoço simples na nova casa: lasanha feita por Arturo, limonada feita por Sarah (com mais açúcar do que o recomendado), e Pipoca latindo como se fosse a anfitriã oficial da tarde. — Essa casa tem cheiro de coisa boa — Meg disse assim que entrou. — De vida que tá começando, sabe? Olhei para Arturo e sorri. A ironia era doce demais pra ser coincidência. — E aí, irmãzinha? — Cristian falou, me abraçando do jeito firme que só irm

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