Capitulo129

1148 Palavras

Helena O som da porta de aço se fechando atrás de mim foi como um ritual. Lento. Definitivo. Irrevogável. O galpão onde ele estava preso era abafado, sujo e úmido. O tipo de lugar que tem cheiro de medo e ferro velho. O tipo de lugar onde almas se partem — ou viram armas. Romanov me esperava no fundo do corredor com os braços cruzados. — Ele está acordado — disse, com um tom neutro. — Já levou dois recados. Ainda está lúcido. Mas quebrado o suficiente para escutar. — Ele vai ver meu rosto — falei. — Está pronto pra isso? — ele perguntou, com um toque de provocação. — Eu nasci pronta. Entrei. Cristian estava amarrado à cadeira de aço. Rosto machucado, lábios cortados, um dos olhos parcialmente roxos. Mas ainda… inteiro. O tipo de homem que você precisa destruir duas vezes para q

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