-Você não está afim de tirar o meu p*u da boca mesmo, não é?- ele me encarou, como se eu fosse maluca.
-De nenhuma das duas maneiras- sorri- Nem literal, nem não literalmente- fui sincera.
-Você já foi no psicólogo? É muito bom, eu recomendo.
-Te perguntei se você quer ou não, dá para me responder logo, antes que eu desista?- me levantei, caminhando até ele.
A mão de Bailey veio em minha cintura, me puxando em sua direção. O empurrei até a pedra e o encarei, esperando que me beijasse.
-Isso te responde?- passou a mão pelos meus cabelos, juntando nossos lábios de forma faminta e descendo seus dedos até minha b***a.
-Eu nunca vou te perdoar pelo dia que me agarrou no armário de zelador, May!- falei.
-Posso saber o porquê? Se não tivesse gostado, não teria correspondido.
-Você nos colocou nesse joguinho, naquele dia. E você é viciante!- eu disse, o deixando com um sorrisinho b****a e olhando em volta.
Estávamos cercados por pedras e em uma distância considerável para que as pessoas em volta tivessem o tamanho de formiguinhas.
-Está falando sério que vai fazer isso aqui?- questionou, quando em ameacei ajoelhar.
-Agora ou nunca! Está vendo alguém em volta?- ele negou- Se permita viver uma aventura, May. Estava falando sério quando disse que, se você demorasse, eu iria desistir.
-Você é insana- ele mais uma vez colocou a mão na minha b***a, me puxando em sua direção e brincando com a lateral do meu biquini.
-Descobriu isso agora?- eu ri e ele voltou a me beijar.
Aquele beijo me deixou... Uhmm, nervosa! Foi diferente de todos os outros, seus lábios se conectavam com os meus e sua língua dançava em minha boca de forma leve e profunda. Seu corpo praticamente me abraçava e minha pele se arrepiou com aquela quantidade de toques.
Não esperei que mais nada fosse dito, apenas finalizei o beijo e me ajoelhei em sua frente. Bailey passou os dedos pelos meus cabelos, jogando-os para trás, enquanto eu deixava um beijo próximo a barra do seu short e, com a outra mão, apertava seu m****o por cima das duas camadas de tecido.
Ele já estava duro, como aquilo era possível?
É óbvio que, por mais distante que aquele lugar fosse, não havia tempo para enrolação, nem um pouco na verdade.
Por isso, também sabendo que Bailey já estava animadinho demais, puxei seu m****o para fora da bermuda e subi meus olhos pelo seu corpo. O encontrei me encarando fixamente, com um sorriso malicioso estampado no rosto.
Passei minha língua por sua e extensão, de forma tentadora. O moreno suspirou alto, segurando em minha nuca e me puxando em sua direção.
Neguei com a cabeça, apressado. Beijei sua glande e a rodeei com a ponta da língua, arrancando sussurros desesperados de sua boca. Estalei meus lábios um no outro, subindo minha mão pelo seu abdomen, enquanto o masturbava com a mão e distribuía algumas lambidas calorosas.
Bailey soltou um gemido baixo, implorando pela minha boca logo em seguida. Sorri satisfeita e deixei que ele segurasse meus cabelos em formato de r**o de cavalo, enquanto eu abocanhava o máximo de seu comprimento.
Ainda com o auxílio da minha mão, para a parte que não cabia na minha boca, o chupei com vontade e aumentei a velocidade dos movimentos, deixando que ele guiasse as coisas com a pressão que seus dedos em meu cabelo, faziam me puxando para frente.
Continuei com os movimentos em velocidade acelerada, até sentir seu m****o pulsando na minha boca, perdi completamente a noção do tempo. Como eu conseguia sentir prazer apenas em chupá-lo e vê-lo gemer?.
Não parei de c****r quando ele tentou me afastar, eu sabia que ele ia gozar e queria que fizesse isso na minha boca.
Quando os jatos começaram a sair, tratei de engolir. Eu me deliciava com seu corpo, enquanto minha calcinha parecia um tsunami, mas isso eu nunca admitiria.
-Nós passamos muito tempo aqui- ele levantou a cabeça, olhando a posição do sol.
-Acho que essa é a hora que a gente volta para seus pais- eu falei, bocejando falsamente.
Bailey me puxou para si, me beijando de forma faminta e desesperada.
-O que vamos dizer para eles?- ainda muito próximo de mim.
-Vamos dizer que ficamos brigando e querendo m***r um ao outro, que as ofensas foram tantas, que nem vimos o tempo passar- dei ordem- Além disso, eu não quero que você fale comigo até a hora de dormir- fui clara.
-O que? Por que?- ele me encarou como se eu fosse doida- Nós ainda vamos para o hotel, vamos jantar e andar pelo centro da cidade- falou, como se isso fosse me convencer.
-Não me interessa- falei, a briguinha e o b*****e poderiam ter aumentado demais sua autoestima com relação à mim. Se ele pensava que aquilo tinha deixado de ser um joguinho de s**o casual, ele estava completamente enganado- Só vai falar comigo quando nós entrarmos no quarto para dormir, de preferência quando sua irmã já tiver apagada.
-Não posso falar nem quando só estivermos com Shivani?- fez beicinho.
-Não, a briga foi real e nós não temos nada. Não é para você me amar porque eu te paguei um b*****e aleatório, Bailey. Se quer tanto papinho comigo, arrume um motivo para me odiar e não deixe que desconfiem sobre o tempo que passamos aqui.
-Estamos mais estressados que nunca, com a existência um do outro. Já entendi- ele abaixou a cabeça.
-Ótimo- o encarei- Minha boca está suja?
-Não.
-Eu vou voltar, espera uns minutos para ir atrás- dei mais uma ordem- E não esquece, isso aqui é só s**o! Se bem que nem vai acontecer mais- eu pisquei para ele, antes de sair correndo para fora do meio das rochas e em direção à água.
-VOCÊ É DOIDA- Foi a última coisa que eu ouvi, antes de pular na água.
O resto do dia tinha passado mais rápido do que achei que era possível. Se alguma hora duvidei da atuação de Bailey May, eu estava muito enganada, ele me tratava com uma frieza tão grande que me fez acreditar que ele realmente estava chateado comigo, mas eu sabia que não.
Nós passamos a noite em um restaurante bem decorado no centro da cidade, depois disso fomos andar e conhecer as redondezas. Eu não larguei de Shivani, conversei demais com a indiana, pude conhecer um pouco mais da sua vida e falar de mim também.
Só aquilo já tinha feito o meu trato com o May valer a pena, se o fazer não falar comigo durante algumas horas me fizesse ganhar uma amiga como Shiv, eu poderia fazer aquilo toda hora. E meu foco era completo nela e na amizade que nós duas estávamos construindo. Seu irmão, mais uma vez, era segundo plano.
-Alguma crítica para a minha roupa, hoje?- troquei minhas primeiras palavras com Bailey, em horas. Eu tirava os saltos dos meus pés, depois de ter certeza que Shiv já estava mais que apagada na cama.
-Parece que você roubou uma das bandanas do seu irmão- ele deu de ombros.
-Você sempre tem um "elogio carinhoso", não é mesmo?- critiquei.
-Para você, sempre!
-Bailey, Bailey. Está brincando com fogo, quer se queimar?
-Sabe o que eu quero queimar? Aquilo que seu irmão te deu para "nos divertimos".
-Como eu tenho vontade de m***r Josh, as vezes- revirei os olhos e tirei a minha roupa, ficando apenas de calcinha e sutiã enquanto o asiático me encarava- O que foi? Até parece que nunca me viu com menos que sim.
-Com menos que isso? Sem nada, em várias posições diferentes- insinuou, levantando as sobrancelhas.
-Cala a boca- revirei os olhos- Vou dormir assim. Peguei sol demais, enquanto fazia algo ajoelhada no chão, e estou ardendo. Então agora é a sua vez de lidar com isso- disse, insinuando e indo atrás da minha bolsa, atrás do que Bailey tanto queria.
-Varanda- ele informou, assim que eu peguei o pacotinho e o isqueiro, no meio das minhas coisas. Tirei o cinzeiro da mesinha de cabeceira e carreguei junto.
-Acho que já tivemos uma conversa séria sobre isso. E olha que eu não costumo ter conversas sérias com pessoas como você- me joguei na sua frente, sentando no chão frio da varanda.
-Eu escutei o que você disse, Joalin. Não fumei mais, desde aquele dia.
-Não sei se se lembra que aquele dia não foi há muito tempo atrás- coloquei um cigarro de maconha na boca, o acendendo e tragando, antes de entregar em sua mão.
-Tenho levado tudo o que você diz a sério, mesmo que você dê conselhos de uma forma meio torta.
-Está mesmo criticando meus conselhos?- o peguei de volta, tragando mais uma vez.
-Não, pelo contrário. Tem muita coisa que não quero mais esconder.
-Ótimo- falei, de verdade. Eu realmente achava que aquilo poderia ser bom para ele- Só espero que eu esteja na lista das coisas que você ainda quer esconder. Quer dizer, eu não, todo mundo sabe que estamos no mesmo lugar. Nossas transas, isso é algo que eu exijo que você mantenha em sigilo.
-Não era algo que eu ia revelar, ainda mais sem a tua autorização.
-Bom que pensa assim- fui sincera, mais uma vez.
Por um tempo, apenas tragamos, até terminarmos aquele cigarro e ele ter a função de acender o segundo da noite. Segundo dos três que Josh tinha me mandado, ele achava o que? Que Shivani ia fumar junto com nós dois?
-Você não contou mesmo? Para ninguém?- Bailey perguntou de repente.
-Não, para ninguém- afirmei.
-Nem para Noah?
-Nem para Noah. Não vai me dizer que contou para Any.
-Não, é claro que não. Ela provavelmente me mataria.
-Porque ela é tão super protetora com você? Tem certeza que ela não tem uma paixão platônica por ti?
-Absoluta. Ela é assim porque...
-Por que?
-Porque eu já aprontei no passado, já dei trabalho para ela e deixei minha família preocupada.
-Você?- eu ri alto, mas ele tapou minha boca, para que eu não acordasse sua irmã.
-É, pode ser difícil de acreditar mas eu já tive uma pré adolescencia complicada.
-É impossível de acreditar- ri mais uma vez.
-A minha ex, ela era...
-Se você me disser que ela era louca, eu me jogo daqui de cima!
-O que? Quem disse que ela era louca?- ele parecia perdido, olhando em volta- Ela era tipo você- falou, mesmo que eu soubesse que aquilo tinha sido muito difícil de admitir.
-Tipo eu?- questionei.
-É, ela não tinha medo das coisas, enquanto eu m*l conseguia andar sozinho. Ela me ensinou a ser livre, até que nos metemos em um acidente, ela se mudou e eu fiquei com medo de magoar as pessoas em volta, mas não consegui abandonar essa "liberdade" nunca mais.
-Então é por isso que você é tão duas caras?- as palavras pularam para fora da minha boca.
-Essa é a versão resumida, mas basicamente sim. Aprendi com ela, coisas que não quero esquecer ou deixar de viver, mas ao mesmo tempo, também vi como posso magoar os outros e não quis fazer isso nunca mais.
-E porque não deu certo?
-Ela se mudou, eu disse.
-Ah, é. Tinha esquecido, estou ficando chapada- falei, me preparando para acender o terceiro cigarro.
Bailey apontou seu celular na minha direção, nessa hora.
-Acho melhor você não postar isso, principalmente se deu para ver minha calcinha.
-Só deu para ver da sua barriga para cima, relaxa.
-Se é assim, por mim f**a-se- falei, depois que ele me mostrou o vídeo, que até tinha ficado fofo, mas meus olhos vermelhos eram meio medonhos- Mas se postar isso no story, a escola inteira vai saber que você é maconheiro.
-Eu não estou nem aí- falou, ameaçando apertar o botão.
-Bailey, vai se arrepender disso depois- falei, me aproximando para tentar pegar seu celular- E ainda vai me culpar.
-Não vou não. Eu conversei com Shivani sobre isso, sabia? Enquanto você tomava banho, depois do lago. Falei que ia tentar fumar contigo hoje a noite, por isso ela chegou e foi para a cama tão rápido, não quero segredos com minha irmã.
-O que ela disse?- perguntei, me jogando ao seu lado e vendo ele adicionar o refrão da música Young, Wild and Free como fundo do vídeo, já no i********:. Ele apertou em publicar logo em seguida, sem me marcar.
-Não estamos fazendo nada ilegal- ele deu de ombros- Ela falou para eu tomar cuidado, só isso.
-Sei- falei, começando a gargalhar quando ele tentou perseguir o mosquito que havia pousado em seu ombro.
-Você é auto-astral, Joalin.
-Olha, eu já fui chamada de linda, de gostosa... Agora não sei se auto-astral é um elogio muito sexy- falei, soltando uma risada manhosa perto de seu ouvido.
-Confessa!
-Confessa o que, seu doido?
-Confessa que nós dois juntos é muito bom- ele entregou o cigarro na minha mão, colando seu rosto no meu e roçando nossos lábios.
-A gente junto é muito bom- as palavras escaparam com espontaneidade da minha boca, mordi seus lábios com um pouco de força- Mas é sem compromisso!
-Até chapada você precisa falar isso? Eu já entendi. Preciso de comida!
-E eu com isso?- traguei mais uma vez, pelo jeito ele não queria mais.
-Deixa eu te c****r aqui, você fez isso por mim mais cedo- puxou minha cintura em sua direção.
-E isso vai m***r sua larica?
-Com certeza!
-Conheço bem a sua fome, May. Mas não- foi minha resposta final.
-Tem certeza?- esfregou o dedo pelo fino tecido da minha calcinha.
-Você tem cinco minutos para me fazer gozar, se isso não acontecer, problema é seu- eu disse, me levantando e fechando a cortina do quarto, vai que Shivani acorda e resolve nos procurar na sacada.
Aproveitando que estava em pé, olhei se tinha alguém em volta nos olhando, já que a varanda era toda vazada.
-Eu preciso de três- disse, me puxando para o seu colo.
-Se você se garante tanto assim- dei de ombros, tragando mais uma vez. Bailey me beijou ferozmente- Mas não vai ser hoje que você vai me comer de novo, não mais- deixei claro, propositalmente rebolando no seu colo.
-Você é uma garota má- ele disse, puxando minhas pernas e me obrigando a deitar naquele chão frio.
Bailey subiu sua mão pelo meu corpo, afastando meu sutiã e apertando meus m*****s, enquanto eu ainda terminava o último cigarro. Ele enfiou sua cabeça entre minhas pernas, afastando o tecido da minha calcinha e passando a língua por toda a minha i********e.
Eu gruni baixo, soltando a fumaça. Ele parou no meu c******s, dando chupadas experientes, certeiras e enlouquecedoras.
Me controlei para gemer baixo, quando com a outra mão ele me penetrou e aumentou a velocidade de sua língua. Coloquei minha mão livre em seus cabelos, o puxando para mim e tendo certeza de que, realmente, três minutos eram suficientes.
A língua dele me levava a loucura em pouquíssimo tempo.
-Oh Bailey- o sussurro saiu como gemido, quando senti minha pele se arrepiando e meu corpo se tremendo- Oh- me escapou um pouco mais alto. Fechei minha perna por entre sua cabeça, desencostando as costas do chão e perdendo completamente o controle do meu corpo.
Não era possível, como ele era capaz de me arrancar um o*****o tão intenso em tão pouco tempo?
Ele subiu, me deixando um beijo molhado.
-Eu falei- provocou sua vitória, enquanto eu apagava o cigarro no cinzeiro e o segurava, junto com meu isqueiro.
-Boa noite, Bailey- falei me sentando em seu colo, propositalmente, antes de levantar. Senti seu m****o duro por baixo de mim, mas rapidamente fiquei em pé.
-Boa noite- Ele me segurou por trás, distribuindo beijos pela minha costela e deixando um t**a estalado na minha b***a.
Entrei no quarto, larguei o cinzeiro com as guimbas de cigarro no lugar que estava antes, jogando meu isqueiro na bolsa e me trancando no banheiro, com a respiração ofegante e o coração acelerado.
-Pronto. Essa foi a última vez, agora acabou- repeti para mim mesma.