Ricardo narrando… Quando a boca dela grudou na minha de novo, quente daquele jeito, eu senti a p***a da razão sumir. Não tinha mais música, não tinha festa, não tinha ninguém. Só tinha ela no meu colo, gemendo baixinho contra a minha boca, rebolando como se quisesse arrancar minha alma pelo p*u. Eu segurei firme na cintura dela — firme mesmo — e levantei da espreguiçadeira com ela colada em mim. Ela deixou escapar um suspiro quando eu ergui seu corpo, as pernas dela apertando minha cintura num reflexo. — Ricardo… — ela sussurrou, sem ar. — Cala a boca e vem. — rosnei, porque se eu deixasse ela falar mais uma palavra, eu perdia o resto do controle. Levei ela prensada contra a parede do lado da piscina. A parede gelada, o corpo dela quente… Caralho, aquilo me fez perder a linha. E

