{P.O.V × Mihael Keehl}
— Ótimo, pois eu também estou no meu limite. — Confessei, selando nossos lábios novamente e intensificando o beijo.
Desci minha boca até seu pescoço, dando leves mordidas pelo caminho, percebendo que Near se arrepiava a cada toque meu.
Ele então trocou nossas posições, me deixando sentado na cama com ele por cima de mim, enquanto me beijava eu colocava minhas mãos em sua cintura, o puxando para mais perto e consequentemente fazendo ele rebolar em meu colo.
Comecei a passar minhas mãos por baixo de sua blusa o provocando, e sem muita demora ele percebeu minha intenção e começou a rebolar mais devagar no meu colo, me deixando cada vez mais e******o.
Passei a desabotoar sua camisa, e ao tirá-la de seu corpo coloquei minha mão em seu mamilo, o massageando levemente, vendo sua boca ficar entreaberta.
Deitei Near na cama, dando uma leve mordida em sua orelha e em seguida descendo meus lábios para o meio de seu peito, deixando chupões pelo caminho.
Voltei ao seu rosto, olhando sua expressão que parecia envergonhada, enquanto ele desviava o olhar ou fechava os olhos.
— Near, olha pra mim. — Pedi, e assim que nossos olhos se cruzaram apertei delicadamente seu m****o, fazendo ele respirar fundo e seu rosto ficar rubro.
— Me chame pelo meu nome. — Ele pediu, com a voz baixa e eu sorri.
Eu amava aquele rosto, que parecia me pedir para devorá-lo imediatamente, de repente senti que as mãos dele passeavam por baixo da minha camiseta, me fazendo sentir um frio na barriga.
Após retirar a mesma, ele passou a observar meu corpo atentamente como se não tivesse gravando cada detalhe, e em um movimento rápido ele puxou meu rosto me beijando novamente.
Sua mão desceu até meu m****o que pulsava em excitação, eu estava ofegante e respirava fundo sentindo ele me tocar daquela maneira.
Ainda por cima dele, tirei sua calça junto da cueca, tendo uma visão de todo o seu corpo que eu fitava com luxúria, e ele parecia ficar com mais vergonha ainda.
Sorri, chegando perto de seu rosto depositando um beijo curto em seus lábios, desci meu rosto até seu m****o que estava totalmente rígido.
Com cuidado coloquei minha boca nele, chupando apenas sua glande movimentando minha língua em torno do mesmo, antes de colocar ele inteiro em minha boca olhei para Nate, que estava ofegante e com os olhos fechados.
Depois de alguns movimentos de vai e vem da minha boca, sem deixá-lo gozar eu deixei meu rosto ficar próximo ao seu, colocando dois dedos em sua boca enquanto beijava e mordia seu pescoço, deixando marcas vermelhas.
Ele passou a chupar meus dedos assim que os coloquei em sua boca, seu corpo estava extremamente quente denunciando toda a sua excitação pelo momento.
Me posicionei de lado na cama, colocando Near em minha frente, tirando meus dedos molhados de sua boca e o introduzindo em sua passagem, fazendo ele suspirar fundo e prender um pouco o ar.
— Você tem que relaxar, lembra? — Falei, com o tom de voz baixo próximo a sua orelha, vendo ele soltar o ar devagar.
Com uma das mãos eu masturbava seu m****o e a outra tentava achar sua próstata, ele gemia baixo e apertava os lençóis com força, enquanto eu continuava a beijar e morder seu pescoço e nuca.
Assim que achei seu ponto de prazer, ele teve um sobressalto curvando suas costas com a boca aberta, comecei a estimular aquela parte em conjunto com seu m****o e ele gemia cada vez mais alto.
— Nate, por mais que eu adore ouvir sua voz, nós não estamos em casa. — Voltei a falar, com a voz um pouco rouca e baixa.
Ele por sua vez, colocou uma de suas mãos na boca abafando seus gemidos, continuei com os movimentos até que ele chegasse em seu ápice e assim que concluiu, soltando o ar e relaxando por completo, ele me fez sentar na cama novamente.
Mordeu meu lábio inferior levemente, em seguida me beijou e sem perder tempo ele abriu o zíper da minha calça, retirando ela junto da cueca, deixando a mostra meu m****o rígido e pulsante.
Seus lábios passearam por todo meu corpo me fazendo arrepiar por completo, e então ele colocou sua boca em meu m****o o chupando devagar e aumentando a velocidade aos poucos, senti a temperatura subir e se espalhar pelo meu corpo.
Ele voltou a ficar em cima de mim, me beijando lentamente enquanto eu, com as mãos, fazia ele rebolar em meu colo indicando a posição que eu queria, ele cessou o beijo me olhando um pouco assustado ao entender meu recado.
— Tudo bem, eu te ensino. — Acalmei, dando um beijo em sua bochecha, encaixei sua entrada em meu m****o e ele prendeu a respiração, impedindo que ele descesse mais.
— Relaxa. — Pedi, dando mais alguns beijos nele e masturbando o mesmo.
Ele desceu e subiu devagar nas primeiras vezes, quando se acostumou aumentou a velocidade me deixando, a cada movimento, mais e******o.
Entre gemidos ele dizia meu nome diversas vezes, se ele soubesse o quanto aquilo me enlouquecia, ter meu nome em seus lábios em um momento como aquele, pedindo por mais e mais de mim.
Segurando forte em meus ombros, enquanto eu fazia movimentos de vai e vem em seu m****o e puxava sua cintura, para que ele sentasse com mais força em mim, nós gozamos juntos, ambos arqueando as costas e jogando a cabeça para trás, sentindo as ondas de prazer tomarem conta de nossos corpos.
Ofegantes pelo ato, saí de dentro de Nate, deitando ele na cama e aproximando sua cabeça de meu peito, sentindo o cansaço dominar meu corpo eu adormeci ao seu lado.
{P.O.V × Nate River}
Abri os olhos devagar percebendo que a luz da manhã invadia o quarto, e olhando para o outro lado Mello fazia carinho em meus cabelos enquanto me observava.
— Bom dia. — Eu falei, com a voz rouca.
— Bom dia. — Ele me respondeu, sorrindo.
Só então me lembrei da noite passada, sentindo um certo rubor em minhas bochechas pelas lembranças, e notando que acabamos por deixar o jantar de lado.
— Às vezes, eu penso que gostaria de congelar alguns momentos nossos. — Disse Mello, e eu mirei meus olhos em seu rosto.
— Mas assim você não poderia viver mais momentos bons, viveria o mesmo para sempre. — Argumentei.
— É verdade, por isso eu penso nisso só em alguns momentos. — Ele esclareceu, me abraçando.
— Mihael, eu queria te pedir desculpas pelo o que eu te disse no dia da briga, é só que eu queria um momento melhor para contar. — Expliquei.
— Tudo bem, eu sei que você não pensou para falar, e eu deveria ter pedido para Matt ficar quieto sobre isso.
— A propósito, Lawliet já sabe. — Contei, e ele se virou rapidamente para mim.
— Como?
— Ele disse que nos conhece, e deduziu facilmente o que estava acontecendo, ele também disse que se sentia feliz por nós dois. — Falei, me lembrando das falas de L.
— Nesse caso, está tudo bem. — Relaxou, e eu me sentei na cama.
— Tem outra coisa, falei para Lawliet que gostaria de falar sobre aquele assunto e ele propôs uma conversa assim que as investigações acabarem.
— Nate… Você tem certeza? — Perguntou, colocando uma das mãos em meu rosto.
— Sim, Lawli disse que vamos todos juntos para a Inglaterra e Beyond participará da conversa. — Afirmei.
— Estou feliz por você. — Ele disse, me abraçando em seguida.
— Você está conseguindo se levantar e andar? Eu acho que fui um pouco agressivo ontem.
— Acho que sim, mas está doendo um pouco. — Confessei, sentindo minhas orelhas ficarem quentes.
— Não tem problema, eu posso carregar você no colo. — Brincou, mesmo eu sabendo que essa era sua real vontade, o encarei por alguns segundos.
— Eu estou brincando Near. — Explicou, se virando de costas para ir até o banheiro, mas eu segurei seu braço.
— Não tem problema se você quiser fazer isso. — Deixei, vendo surpresa em seu rosto seguido de um sorriso.