Az avançou como um predador, seus olhos avelã grudados em meu corpo transbordavam luxúria, dei um sorriso provocativo. Virei de costas, requebrando os quadris, porque sabia que o provocaria. Porque podia. Meu parceiro grudou o corpo no meu. Uma mão imediatamente apertando minha cintura, outra segurando meu pescoço. Seu corpo estava quente. Az beijou meu ombro, a mão que estava em minha cintura subiu, se embolando em meu cabelo e instintivamente o puxando um pouco. Arfei. - Az. - murmurei. Ele soltou uma risada rouca, começando a beijar meu pescoço, e a mão que estava ali, foi para meus s***s, os apertando, mas não continuou ali por muito tempo. Foi preguiçosamente descendo e descendo. Minha peça íntima estava no chão em segundos, dois dedos dançavam em meu íntimo. Arqueei o corpo

