Quando todos foram embora, Az me levou até o banheiro, encheu a banheira e me ajudou a tirar a roupa cheia de vidro. Tiramos os cacos de vidro agarrados, e entrei na banheira fazendo careta, meu parceiro deu um sorrisinho. - Cante pra mim. - pedi. Az fez careta. - Faz tempo que não canto pra você. - disse. - Estou com saudade de te ouvir. - expliquei. Az tirou a roupa e entrou na banheira, se sentando ao meu lado. Passou o braço por minha cintura, me fazendo ir para perto, me ajeitei, deitando a cabeça em seu peito. Meu parceiro cantou. Sua voz era calmaria em meio ao caos. Um porto seguro em uma tempestade. Era a mais bela canção que meus ouvidos tinham o prazer de escutar, a mais bela voz. Era de perder o fôlego. - Cante comigo. - sussurrou. - Minha voz não é boa assim. - r

