Capítulo 112

405 Palavras

Quando todos foram embora, Az me levou até o banheiro, encheu a banheira e me ajudou a tirar a roupa cheia de vidro.  Tiramos os cacos de vidro agarrados, e entrei na banheira fazendo careta, meu parceiro deu um sorrisinho.  - Cante pra mim. - pedi. Az fez careta.  - Faz tempo que não canto pra você. - disse.  - Estou com saudade de te ouvir. - expliquei.  Az tirou a roupa e entrou na banheira, se sentando ao meu lado. Passou o braço por minha cintura, me fazendo ir para perto, me ajeitei, deitando a cabeça em seu peito. Meu parceiro cantou. Sua voz era calmaria em meio ao caos. Um porto seguro em uma tempestade. Era a mais bela canção que meus ouvidos tinham o prazer de escutar, a mais bela voz. Era de perder o fôlego. - Cante comigo. - sussurrou.  - Minha voz não é boa assim. - r

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