Minhas garras estavam cheias de sangue, meus dentes escorriam sangue. Mantive minha b***a controlada apenas para não m***r meus aliados, de resto, foi um m******e.
Mas não estava acabando. Não mesmo. Voltei para a forma humana, uma espada na mão e fogo na outra.
Sorri diante dos homens que me encaravam, franzi a sobrancelha em desafio, eles vieram. Uma espada se chocou contra a minha, queimei dois rebeldes, abri minhas asas, dei um passo para trás e as fechei, fazendo os homens caírem.
Eles tinham freixo. Poderia sentir aquele cheiro maldito a quilômetros de distância. Lutei com cada um dos que tinham caído. Mas eles ainda tinham o maldito freixo.
Eram poucos agora. Pouquíssimos. Enquanto afogava um, procurava meus amigos. Precisava garantir que todos, sem excessão, estavam bem.
Um grito saiu da minha garganta antes que eu pudesse ver a flecha de freixo entrar, sangue escorreu.
Queimei e afoguei e congelei todos a minha frente, tentando ignorar a dor. Um a um, os rebeldes, soldados, seja lá o que fossem, caíram.
♀️
Assim que me viu, Feyre me indicou para uma curandeira. Todos estavam bem. Cansados, mas bem.
A flecha quase atravessou meu ombro, por pura sorte. Quando meu corte já estava limpo e com curativo, fui até a sala onde o Círculo Íntimo estava.
Abri a porta olhando cada um deles, procurando uma pessoa. Encontrei aqueles olhos cor de avelã me olhando, vindo na minha direção. Me joguei em seus braços, que me receberam em um encaixe perfeito e forte.
Nos separamos o bastante para que ele pudesse me examinar, seu olhar parou no meu ombro, preocupação correu por seus olhos por segundos, então sumiu.
- O grito que deu…. - Az lançou pelo laço mas não terminou a frase.
- Eu tô bem. - lancei em resposta.
Ficamos em pé, as mãos nas costas, enquanto Rhysand explicava como a situação escapou do controle, e terminou dizendo que conseguimos conter os malditos.