Abro a porta e encontro Verônica vestida com sua camisola de seda, que não cobre nem a polpa de seu traseiro de tão curta, deitada no chão, encolhida como um animal acuado, sem casa ou lugar onde dormir. Ainda assim está extremamente sensual e bela, do jeito que só ela consegue ser. Ainda estou com raiva, ou pior, magoado, mas não posso deixar que minhas emoções prejudique aquela doce, no fundo, garota. Tomo-a em meus braços e levo-a para dentro do quarto, na cama, cubro-a e tiro mechas do cabelo que cobrem seu rosto. Ela m*l respira, está em um sono profundo, está exausta de certo. Pela manhã preparo o lanche das crianças e os levo para os respectivos empregos ou escolas e volto para casa. Ligo para minha secretaria e aviso que não vou trabalhar na ONG, mas que enviarei alg

