Sinto como se, se não estivesse sentada, as minhas pernas teriam cedido e eu teria caído no chão. Minha voz, minhas mãos, meu corpo inteiro treme. Inconscientemente, olho ao redor procurando Luciano. Ele me observa de longe, com os olhos cheios de compaixão, sem saber se deve se aproximar de mim ou se deve me deixar lidar com ele sozinha. Mas quem se aproxima, com um sorriso de orelha a orelha, é Mateus. E não consigo deixar de pensar. Será que esse meu ex-marido id*iota acha mesmo que o filho que estou esperando é dele? Não tem jeito. Ele não me toca há meses. Quando eu pensar nisso com a mente lúcida, ele vai perceber. Impulsivamente, me levanto e me dirijo aos repórteres: sim, estou grávida! Exclamo, irritada. — E espero que parem de se intrometer na minha vida privada. Só eu sei quem

