Epílogo

1296 Palavras

—Isso não lhe diz respeito, Fedrer. —Demetria gritou furiosa e trêmula. —Cale-se. Não ouse... —Vai atrás da lenda para crianças que o mago gagá do Verne te contou, não é? —Confrontou-a e crispou os lábios e os olhos dele estavam cheios de lágrimas não derramadas. — Do espelho místico das memórias vivas? —O garoto afastou-se bruscamente, caçoou negando com a cabeça e a fitando com rancor e revolta. —Uma forma de vê-los de novo, não é? Aqueles que realmente ama. —Cuspiu enojado. — Me diga honestamente, Demetria... —Ele lambeu os lábios e mordeu o inferior com força fechando as mãos em punho. — me criou apenas para me empurrar o trono quando te conviesse? Foi por isso que não me matou quando eu nasci mesmo meu pai tendo destruído sua família? —Quis saber num rosnado. —O seu pai nada tem

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