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O Nosso Para Sempre

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Sinopse

As vezes o amor pode ser eterno.

Sam e Nathan se conheceram durante a adolescência e viveram um amor único e especial. Mas, após um acontecimento fatídico que mudou para sempre a vida de Nathan, esse amor é interrompido e guardado no fundo de uma gaveta.

Anos se passam, e Sam está de volta a Nova York para o casamento de sua irmã. Só o que ela não esperava era que o padrinho do noivo fosse seu amor de juventude, e que esse encontro iria reacender uma fagulha que a muito tempo estava apagada.

Para Nathan os anos que se passaram foram um total interno. Seu pai era um mafioso que deixou todo seu legado para ele, mesmo que não fosse essa vida que Nathan gostaria para ele.

Ao rever Sam, usando um vestido da sua cor favorita, ele teve uma revelação. Aquela era a sua chance de ser feliz e só vai depender dele para fazer isso acontecer.

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1. Trabalho em dupla.
Sam Hoje era para ter sido um dia normal. Mas não, não foi. Eu acordei no mesmo horário, me preparei para ir para a escola e até não reclamei do uniforme padrão, tomei meu ceral com leite como sempre faço pelas manhãs e George nos levou para a escola. Fora a mesma coisa de sempre. Uma rotina que inicia e termina a cada rotação da Terra. Porém, algo aconteceu. Ele aconteceu. Nathan Fitzpatrick, o meu crush desde o primário, o garoto que me faz corar sempre que sorri, foi sorteado para fazer o trabalho de biologia comigo. Comigo! Eu deveria ficar feliz, mas estou ocupada demais tremendo de ansiedade. Por que tinha que ser justo ele? Por que a professora não escolheu qualquer outro para ser a minha dupla?! Tinha tantas opções, tantas. Porque justo eu tenho que ser a piada cósmica do universo? — Ah, Sammy, so você para achar isso uma coisa r**m. — diz Anna, minha irmã mais velha e a pessoa mais chata do mundo todo. Eu a amo, não me entenda m*l, mas Anna as vezes é a pessoa mais inconveniente que existe na face da Terra! — Veja assim, você vai poder ficar mais próxima dele. Você vai ter um motivo para falar com ele. Não era isso que você queria? Ou estava planejando manter essa paixão para si para sempre. — É exatamente o que pretendia fazer. Anna ri de mim. — Você sabe como ele é. Ele é tão reservado. — Ele é esquisito, isso sim. — Ela leva o pirulito de volta a boca. Seus olhos não estão em mim, mas sim na garota de cabelos vermelhos do outro lado do corredor. Ah, Anna. Isso não é hora de paquerar! Eu estou em crise aqui! — Ele não é esquisito. Nathan pode ser quieto, falar pouco e não ter amigos. De verdade, ele não tem ninguém para se sentar na hora do almoço. Ele está sempre sozinho e isso é triste e preocupante. E por mais que as vezes eu tenha vontade de me sentar com ele, sei que muito provavelmente eu levasse um fora. Ok, ele pode ser introvertido mas eu não acho isso esquisito. Acho até um charme extra, eu acho. — Se você diz. Agora fica esperta porque ele está vindo aí. — O quê?! Eu não tenho tempo de raciocinar, nem sequer consegui me lembrar do meu próprio nome enquanto assistia Nathan cruzar o corredor principal da escola e se aproximar de nós, enquanto olhava diretamente para mim. Meu coração acelera no peito e eu tenho que respirar fundo para não desmaiar no mesmo momento. Diante de nós, com uma expressão fechada e as sobrancelhas cerradas. Com os olhos nos meus. Nathan diz: — Será que podemos fazer o trabalho em minha casa? Meu pai prefere que eu não saia enquanto ele não está. — É...eu... é... — Ela topa, desculpe minha irmã, ela não sabe interagir com os meninos. Nem você, quero responder, mas minha língua simplesmente não mexe. — Pode me dar seu celular? — Pede Anna, estendendo a mão para ele. Nathan olha para a mão dela e então para seu rosto. Há confusão nos olhos dele. — Vou adicionar o número dela, gênio. O quê? Acha que eu estou interessada? Faça-me o favor. Ele suspira profundamente, e seus olhos se reviram minimamente. Ele enfia a mão dentro do bolso do palitó, e de lá retira o celular. Anna anota meu número no celular dele, e eu só quero dizer "eu posso fazer isso". Eu posso reagir. Eu posso falar com ele! Mas porque eu só consigo pensar que Nathan está aqui, diante de mim e isso, por mais e******o que pareça, faz com que meu cérebro deixe de funcionar e vire uma manteiga mole e patética. — Aqui. — Ela o devolve o celular. — Ela está disponível amanhã a tarde, ou no sábado. Nathan desliza os olhos até mim. Pelo amor...não olhe para mim. Não olhe para mim! O sangue sobe para as minhas bochechas e eu sinto minhas pernas começarem a ceder. Não olhe para mim. Não olhe para mim. Não olhe para mim. — Ela diz tudo por você? — Ele pergunta. Vamos, Sam! Reaja! Diga qualquer coisa que não seja um balbucio! — Não, mas as vezes eu fico nervosa. — Mordo o lábio, selando meus lábios em uma linha. — Ah, entendo. Eu te mando uma mensagem para marcarmos o horário. — ele se afasta, girando o corpo para ir embora. Ele gira o pescoço, e por cima do ombro fala: — Até lá, Sammy. {•••} "Até lá, Sammy." Isso ficou gravado em minha memória. Para onde quer que eu olhasse eu o veia pronunciando essas palavras. "Até lá, Sammy." Isso soa tão íntimo. Só minha irmã me chama assim. Como diabos ele sabe desse apelido? Não importa, o fato é que eu vou encontrar Nathan na casa dele. Para estudar é claro, mas ainda assim, estou animada demais para não pensar que algo pode acontecer. Um tocar de mãos, um leve roçar de ombros e até... Não, Sam. Ele nem te conhece, como que ele te beijaria? Só nos seus sonhos mesmo. Anna estava certa, isso é uma oportunidade única. Se eu mostrar para ele que eu sou interessante, se eu consegui fazê-lo ver que sou uma boa garota, talvez ele possa se interessar. Uma boa garota. Será que é desse tipo que ele gosta? Ou será que ele prefere as meninas más? Isso é um problema, eu não tenho nada de garota má. Pelo contrário, eu sou calma, do tipo que resolve tudo na conversa. Eu sou presidente do grêmio da escola e uma excelente aluna. Eu ajudo meus avós na horta deles aos domingos e nas férias eu sou voluntária no hospital municipal. Eu não sou uma menina má. Suspiro com pesar. E se eu não fizer o tipo dele? O quão arrasada eu vou ficar se for rejeitada? — Samantha! — Minha mãe berra, e eu sou trazida de volta ao planeta Terra. Jantar, comida, meus pais e irmã ao meu redor. Droga. Será que ela me fez uma pergunta? — O que você tem hoje? Desde que chegou está no mundo das nuvens. Eu te fiz uma pergunta e você nem me ouviu. — Ela lamenta. — Desculpa mãe, minha cabeca está meio cheia hoje. Anna sorri diabolicamente no outro lado da mesa. Pelos ceus, que ela não fale nada. É da Anna que você está falando, ela vai abrir a boca em qualquer momento! Respiro fundo, buscando controlar meus nervos agitados. — Ah, querida. Há algo que eu possa fazer para te ajuda? — Se for algo ao nosso alcance querida, não tenha receio de nós pedir ajuda. — Diz meu pai, gentil e calmo, como sempre. — Há, não se preocupem. — Pelos céus. Não, Anna, por favor. Tenho certeza que Anna está vendo todos os meus pedidos para que ela fique calada. Mas Anna só aumenta seu sorriso. — É que ela vai ter que fazer um trabalho com o crush dela. Eu nunca vi Anna não vermelha! — Ah, é mesmo? — Diz minha mae, surpresa. Meu pai se dispôs a ficar quieto e apenas terminar seu jantar. Ele não é fã de assuntos femininos. Meu pai é do tipo que sempre está lá para te apoiar, mas que quando se trata de assuntos íntimos ele corre, como um vampiro foge do sol. — Obrigada, Anna, era tudo o que eu precisava. — Meu tom é seco e ela apenas da de ombros. — Não há motivos para se envergonhar, meu amor. É totalmente compreensível que você fique nervosa. Agora, se eu puder te dar um conselho, eu diria "seja você mesma". Não vai adiantar nada ele gostar de uma personagem, uma hora ele vai ver através da máscara. Seja você e faça o seu melhor, se ele gostar de você do jeito que é e abraçar todos seus lados bons e ruins, então ele é o cara certo. Por incrível que pareça, isso entrou com facilidade em minha mente. Seja você mesma, é o que ela quer dizer. O faça conhecer e gostar da Sam, e não de quem você acha que ele gostaria. Isso tirou um peso enorme das minhas costas. Sorri para minha mãe. — Obrigada, mãe. Eu estava precisando ouvir isso. — Por nada,querida. Ela engatou uma conversa sobre um acontecimento infeliz na empresa, e meu pai fez um longo discurso sobre como profissionais qualificados são necessários para dentro da empresa. E minha mãe rebateu sobre a necessidade de curso de capacitação para profissionalizar seus funcionários. E então a conversa ficou chata demais para ser escutada. Mas, eu estava grata ao conselho de minha mãe e graças a ela eu tomei uma decisão. Não importa quem que eu não seja uma bar girl, ou não seja padrão, o que importa é fazê-lo gostar de mim como sou. Eu estou determinada a seguir com isso, pois é a Sam que gosta dele, e não seria justo que não fosse por ela por quem ele se apaixonaria.

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