CAPÍTULO 43

1209 Palavras

O médico já tinha deixado bem claro: nada de estresse, repouso absoluto. Mas sinceramente? Eu queria era entender como estava o mundo lá fora. Não conseguia ficar ali, deitado, como se nada estivesse acontecendo. Meu corpo podia estar fraco, mas minha cabeça não parava. Esperei Ayla sair do quarto, ela disse que ia pegar um café e logo olhei para Rafael, que estava ali me vigiando feito uma mãe coruja. - Fecha a porta, Rafinha... vem cá. Ele se aproximou com aquele jeitão de quem já sabia que vinha coisa. -Como tá a situação lá fora? - perguntei baixo, sem rodeios. - Tensa... mas controlada. O Canário tá quieto, mas ainda tem braço solto por aí. O que acalmou a quebrada foi a execução do Arnaldo. Aquilo repercutiu, mano... geral agora sabe que ele tava com o Canário. A casa caiu pra e

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