Capítulo 115

1350 Palavras

Juninho narrando Continuação Lis continuou: — A Tati tá insegura. Ela precisa do pai do filho dela do lado. Não do pai morto e enterrado, pra no futuro ela ter que contar pra criança que o tio matou o papai. Entendeu? Caveira virou o olhar pra mim, tenso, dilacerado, o peito subindo e descendo rápido. — Você não entende! — ele gritou, a voz quebrando. — Ele me apunhalou pelas costas! se dizia meu amigo… comeu minha irmã! Minha irmã era pura! Lisandra respirou fundo, com dor no olhar. — Eu também era, Diego. Ela ergueu o rosto. — Me envolvi com você… e era improvável você me fazer feliz. Mesmo assim estamos aqui tentando. Deixa eles tentarem. Aquilo atingiu ele como faca. Caveira fechou os olhos por um segundo. O peito dele arfava. Lisandra deu dois passos lentos pra perto dele

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