CAPÍTULO 59

1746 Palavras

Gabriel Eduardo Bellmonte No outro dia quando acordei, Mari, ainda dormia tão linda, tão serena, coloco minha mão em sua barriga. — Desculpa bebê, não resisti a sua mamãe, ela me deixa louco, ela é tudo para mim. Falo baixinho, lembrando de tudo que fizemos durante a noite, a saudade que estava dela, me fez ser um pouco mais bruto, se a machuquei não vou me perdoar. Me levanto, eu mesmo vou preparar um café da manhã reforçado, ela merece. Meu amor, minha princesa, minha mulher. Estava ajeitando a mesa quando ela desceu, vestindo um vestido amarelo claro, de mangas curtas, colado ao corpo lindo dela, ia até a altura das coxas, deixando aquelas belas pernas a mostra, o decote era arredondado, mostrando demais aqueles s***s fartos para meu gosto, usava sapatos baixo, tão linda p***a. —

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