MARIANNA THOMAZ — Eu te amo, Gabe. — As palavras escaparam, sinceras, carregadas de arrependimento e amor. — Me desculpa por ter duvidado do seu amor… por ter te julgado, por ter deixado o medo vencer. Ele segurou meu rosto, os olhos marejados, e acariciou minha bochecha com o polegar. — Não foi sua culpa, Mari. — murmurou, com ternura. — Você só quis se proteger. Eu teria feito o mesmo. O importante é que agora a gente está aqui… e eu só quero esquecer tudo e te amar. E foi exatamente o que fizemos. Me aninhei no peito dele, sentindo o coração dele bater ritmado, firme, um som que me acalmava. Ficamos assim, abraçados, sem precisar dizer nada. O silêncio era reconfortante, cheio de promessas silenciosas. Depois de alguns minutos, murmurei: — Gabe? — Sim, amor. — Não quero mais vo

