GABRIEL EDUARDO BELLMONTE Assim que chego em frente ao edifico, entro e o porteiro me olha de uma forma estranha, como se estivesse surpreso de me ver ali. — A Sra. Thomáz está bem? — ele pergunta quando passo ao lado da cabine. — Como assim? — pergunto sem entender. — A ambulância levou ela a quase uma hora, ela está bem? Minha mente parou por alguns segundos, ele só pode estar falando asneira, ou de qualquer outra pessoa, não dá Mari, não. Entrei com o carro feito um desesperado, subi as escadas, nem pelo elevalor eu fui, corri alucinadamente. Quando abri a porta do apartamento, o mundo parou. O cenário diante de mim parecia cena de um pesadelo, a sala estava destruída, o vaso preferido dela em cacos no chão, as almofadas espalhadas, o sofá virado, quadros quebrados, objetos jo

