CAPÍTULO 46

1143 Palavras

GABRIEL EDUARDO BELLMONTE O caminho até o hospital foi um borrão, faróis vermelhos que eu não respeitei, buzinas que eu ignorei, tudo o que eu conseguia ver era o rosto da Marianna... e o sangue no chão do apartamento. Quando estacionei de qualquer jeito na entrada, pulei para fora do carro antes mesmo do motor desligar. Entrei no hospital como um louco, os olhos varrendo o lugar, até que eu a vi, Jenni, sentada em um dos bancos, o rosto inchado, um corte na sobrancelha, o braço com marcas roxas e escoriações, meu estômago revirou, ela tremia, os olhos vermelhos de tanto chorar. — Jenni! — chamei, quase tropeçando nos próprios pés. — Jenni, p***a, onde está a Marianna?! O que aconteceu com ela?! Onde ela tá?! Ela levantou o rosto pra mim e, naquele olhar, eu vi o inferno, dor, o med

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