EDUARDO GABRIEL BELLMONTE — Então está definitivamente no Brasil, Eduardo? Olho para meu tio, se pudesse dar alguns bons socos em sua cara neste exato momento eu faria, não só por ele estar com Marianna, ainda estou tentando entender o que ela está fazendo aqui com ele, mas também por tudo que ele já fez. — Sim. — respondi seco. — Vejo que está bem, cresceu, está um rapaz enorme… — Não sou um rapaz, sou um homem, tenho minhas responsabilidades. Simas ri com um sarcasmo que me seguro para não perder a cabeça. — Ainda é um rapaz, tem quanto, vinte três, vinte quatro anos? — Vinte e nove, mas isso não define o que sou, e sim o que faço, minhas atitudes, acho que sou muito mais responsável que muitas pessoas da sua idade. — Olha, falando como um hominho crescido. — ele continua. Mas

