GABRIEL EDUARDO BELMONTE A noite estava fresca, o céu de Nova York coberto por estrelas que m*l se viam através das luzes da cidade. Eu dirigia com cuidado, Marianna ao meu lado, e percebi que ela estava mais tranquila do que nos últimos dias. O clima no carro era diferente, menos tenso, mais próximo, e eu sentia cada respiração dela como se fosse uma melodia que só eu podia ouvir. Ela olhava pela janela, o rosto suavizado pelas luzes da cidade, e eu me permiti sorrir. Resolvi chamar ela para juntarmos em um restaurante, para minha surpresa ela aceitou sem hesitar, cada pequena conquista com ela deixa meu coração tão feliz, que parece que vai explodir. — Mari… — arrisquei, minha voz baixa, cheia de afeto — você parece diferente hoje. Ela me lançou um olhar de soslaio e murmurou — Dif

