1 - Encontro

1292 Palavras
Damon Veneza — Itália Minha cabeça girava em um frenesi, assim que os entorpecentes fizeram efeitos. Era um sensação incrível e eu ansiava pelo fim de semana para senti-la novamente. Não era um viciado, então não usava com constância para evitar me tornar um, era só nos finais de semanas, mas algumas vezes usava tanto, que os efeitos perduravam pela semana. Só precisava ter um pouco mais de autocontrole. — Ai! Porr@! Faça direito, sua put@! Não use os dentes. Qual é o seu problema? — a morena ajoelhada aos meus pés, sorriu. — Ela não sabe fazer direito, deixa que eu resolvo isso. — a loira empurrou a morena e se ajoelhou aos meus pés, me abocanhando. Inclinei a cabeça para trás aproveitando da maravilha que era ter aquela boca macia escorregando no meu p@u. Senti as duas bocas me tocarem, alternando entre uma e outra. Elas não tinham do que reclamar, eu me orgulhava de ter um belo p@u, que servia todo mundo. Puxei a loira pelos cabelos e a virei para mim, dando um belo tapa em sua bund@. Ela foi a que eu mais gostei, era curvilínea e eu gostava de loiras. Não sei, tinha um fetiche. A empurrei para a cama, minha cabeça girava um pouco e meu foco estava prejudicado, mas sabia que tinha que pegar a camisinh@ e depois me enterrar naquela bocet@. As duas se deitaram na cama, lado a lado, na expectativa. Encontrei elas em um bar e pensei que eram um casal, mas, na verdade, eram amigas. Elas não se importam em compartilhar, e eu também não me importo em ser compartilhado. Fui interrompido por batidas fortes na porta do quarto, já sabia quem era pela agressividade. — Vai se f0der! — gritei para que ele me ouvisse. Primeiro o silêncio e depois a porta se abriu, sem arrombamentos. Ou esse miserável tinha as chaves, ou ele era um especialista em abrir portas. — Saiam! — ele gritou para as meninas, que saíram correndo uma atrás da outra. Deixei meu corpo cair na cama, minha cabeça ainda girava e meu foco estava prejudicado. — Você tem a chave do meu quarto? — Mandei o funcionário do hotel abrir, alegando que você estava morto. — Cara, que merd@! Eu estava me divertindo aqui. — Divertindo? Você é um merd@, Damon! Você esqueceu da sua missão? — meu primo Liam, esbravejou. — Já está na hora? — Vista-se. — ele jogou a roupa em cima de mim. — Cara, cuidado. Eu estou de p@u dur0. — Cara você é um inconsequente. Um irresponsável. Não sei porque meu pai confia em você para algo. — E em quem ele vai confiar, em você? Por acaso foi sua família que foi dizimada? — Você precisa ter mais vontade de vigá-los. Não acha? — dei de ombros. — Vamos, nós não temos convite para a festa dos Greco, vamos entrar como funcionários e funcionários tem horário. ***** A mansão Greco em Veneza era incrivelmente bonita, suntuosa e com uma arquitetura antiga. Fiquei sabendo que era só uma casa de Veraneio, uma das muitas que eles tinham. Apenas consegui vê-los de longe, mas tive um belo vislumbre de Graziella Greco e seu marido, Nikolai Petrovik. Seus filhos andavam pela casa como verdadeiros pestinhas. Dois meninos gêmeos, que eram a cópia exata do pai e não paravam de brincar de luta entre si, mesmo já estando bem grandinhos para isso. — Leve isso para o jardim. Vamos, ande logo. Você já chegou atrasado. — o gerente do bufê não parava de me mandar fazer coisas e lembrar que cheguei atrasado. Iria matá-lo assim que saísse dali. O homem era tóxico para sociedade e tratava os funcionários como cachorros. Caminhei até o jardim, mas fui interrompido por alguém trombando em mim no cruzamento entre os corredores. — Meu Deus! Você não olha por onde anda? — a voz fina soou, irritada. Olhei para garota com raiva. — Eu que não olho para onde ando? Você que bateu em mim, garota idiiota. — Ei! Abaixe a bola. Você é um funcionário aqui. — Ela me olhou com raiva. Era só a maldita filha adolescente da Graziella e do Nikolai. Adorei ver o alvo da minha vingança a olho nu. E devo dizer que ela era bonita, apesar de só ter treze anos. Seu corpo já estava criando forma e ela tinha um rosto perfeito, cabelos loiros, acompanhados de um belo par de olhos azuis. Seu mini vestido acentuava seu corpo e a deixava com feição de mulher. — Sofia! — Já vou! — ela deu uma última olhada e saiu andando pelo jardim. “Sofia”, era um belo nome. Não via a hora de entrar no próximo capítulo da minha missão, a parte que eu colocaria minhas mãos nela. Sofia Que homem estranho, nunca nenhum homem me olhou assim, como se eu fosse um objeto. Ele era bonito, mas velho. Eu era uma garota de treze anos, não podia deixar de me sentir atraída quando via um homem bonito e apresentável. Eu os olhava ocasionalmente, discretamente para meus pais não notarem. Mas aquele homem, senti um sentimento estanho ao vê-lo e me coração nunca havia batido tão acelerá-do antes. — Pensa rápido. — meu irmão, Mikhail, bateu com uma bola nas minhas costas. — Seu filho da put@! — Esbravejei. Soquei o rosto do Mikhail, por impulso. — Caramba, Sofia! Não precisava bater nele. — meu irmão, Alec, reclamou. — Fiz porque mereceu. E vou continuar a fazer se continuarem me irritado. Parem com essa brincadeira e parem de correr por aí e brigar como dois idiiotas, vocês não são mais crianças. — Você se acha muito adulta, não é? — O Alec, respondeu. — Sou mais adulta que vocês dois juntos. — Sofia, estou te chamando há horas. O que houve aqui? — minha mãe questionou, conferindo o rosto do Mikhail. — A Sofia deu um socão no Mikhail. — o Alec dedurou. — Sofia, eu já disse para você não bater nos seus irmãos. Nikolai, olha isso. O rosto do seu filho está vermelho. Eu não sei de onde essa menina tirou esse gênio terrível, sempre batendo nos irmãos. — É sério que você não sabe de onde? — minha mãe olhou com raiva para o meu pai, ao ouvir sua resposta. — Sofia, não faça isso. Isso foi muito errado. — Eu só estava me defendendo, ele jogou a bola nas minhas costas, ele deveria ser punido. — Todos estão errados, já são adolescentes não deveriam brincar desse jeito. — meu pai falou, ríspido. — Venha comigo um minuto, Sofia. Quero conversar com você. Meu pai me abraçou e caminhou comigo para o jardim, sabia que ele iria me dar um sermão. — Me dê logo um sermão, papai. — Não vou dar, acho justo você se defender e sempre te ensinei isso. Uma garota precisa ser forte e enfrentar qualquer coisa, mas será que pode pegar leve com os seus irmãos? Meninos demoram mais a amadurecer. — Está bem, da próxima vezes eu não bato no rosto. — Isso mesmo. Assim sua mãe não vai ficar tão irritada. — Você vai me deixar praticar artes marciais? Não é justo o Alec e o Mikahil poderem e eu não. — Vou, sim, querida. Vai custar um pouco convencer sua mãe, mas ela vai aceitar. Agora me dê um abraço, você parece que está crescendo e não ama mais o seu pai. — me aninhei em seus abraços. — Isso não é verdade, você é o meu herói. — Eu lembro de você cantando isso na escola. — meu pai beijou o topo da minha cabeça. — Eu te amo, papai. — Eu também te amo, querida.
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