O estrondo da madeira quebrando sob nós ainda ecoava nas minhas costelas quando o primeiro soco na porta quase a tirou das dobradiças. Se eles vissem o que acontecia ali, as alegações de terem atrapalhado minhas “orações” e me visto nua não salvariam nenhum de nós. — Parem! Parem imediatamente, eu estou indo abrir! — Gritei, forçando a minha voz a sair firme por cima do caos e do pânico absoluto que me atingiu. Levantar daquela cama destruída foi uma agonia divina. Meus músculos tremeram, as pernas bambas pelo impacto de ter tido o meu corpo invadido daquela forma inédita e brutal. As minhas duas entradas latejavam, deliciosamente maltratadas. Era uma dor tão profunda e inebriante que, por um segundo insano enquanto eu lutava para ficar de pé, me perguntei por que diabos eu nunca havi

