A respiração irregular de Riccardo bateu contra a pele do meu pescoço. O verniz de santidade derreteu por completo sob o sol da tarde. — A sua carne precisa ser expurgada do m*l, Aurora — ele murmurou com a voz rouca, a desculpa religiosa servindo de muleta para o seu próprio descontrole. — A purificação requer sacrifício. Eu vou purificar você. A sua mão não foi gentil. Ele agarrou o decote do meu vestido de seda e puxou o tecido para baixo com agressividade. O movimento brusco rasgou alguns fios da costura e expôs os meus s***s de uma vez. O homem intocável perdeu a razão. Riccardo abaixou a cabeça e abocanhou o meu mamilo. A sucção não tinha técnica alguma; era o desespero de um falso puritano que nunca havia visto o corpo de uma mulher antes. Ele apertava os meus s***s com os dedos

