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DEMAIS PRA MIM.

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Sinopse

Jasmine nunca foi de se arriscar. Sempre seguiu as regras, sempre acreditou que o amor era algo puro e inquestionável. Mas tudo isso muda quando dois homens entram em sua vida. Mateu e Lorenzo. Dois amigos. Dois predadores. Dois homens que transformam tudo em um jogo perigoso.No início, ela era apenas um desafio. Uma aposta suja entre eles, um prêmio a ser conquistado. Mas o que começa como uma brincadeira logo se torna algo muito mais profundo, mais intenso, mais viciante. Mateu e Lorenzo não apenas desejam Jasmine—eles a querem de todas as formas, em todos os sentidos, e não estão dispostos a abrir mão dela.Enquanto Jasmine luta contra os sentimentos avassaladores que a consomem, segredos vêm à tona, verdades cortantes são reveladas, e ela se vê presa em um turbilhão de desejo e traição. Quando finalmente descobre a aposta, sua raiva é incendiária. Ela foi apenas um jogo para eles? Ou havia algo mais, algo que nem mesmo Mateu e Lorenzo estavam prontos para admitir?Entre o prazer e o caos, entre o desejo e a dor, Jasmine precisa decidir: fugir ou se entregar ao pecado que pode destruí-los.

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A Última Candidata.
ATENÇÃO A CLASSIFICAÇÃO DE IDADE PARA ESSA HISTÓRIA: 18+ 🔥 Por conter narração explícita de hot (s*x•) palavras de baixo calão. VAMOS A HISTÓRIA: MATEU .... Eu estava exausto. A sala estava abafada, o ar cheirava a papel e perfume barato das candidatas que entraram antes dela. Lorenzo já estava impaciente, batucando os dedos na mesa como se quisesse fugir dali. Eu o entendia. Horas ouvindo as mesmas respostas robóticas e lendo currículos sem nada de interessante me deixaram no limite da paciência. Mas então, ela entrou. Lorenzo e eu nos ajeitamos nas poltronas ao mesmo tempo, como se um instinto primitivo nos mandasse prestar atenção. Ela era linda. Não do jeito óbvio e chamativo, mas de uma maneira que despertava curiosidade. Cabelos escuros e sedosos caíam em ondas suaves ao redor do rosto, a pele clara contrastava com os olhos castanhos intensos. Perfeita. Mas não para uma secretária. Para nossa mente pervertida. Forcei minha expressão a permanecer neutra enquanto ela se aproximava da mesa, segurando a alça da bolsa com uma leve tensão nos dedos. Lorenzo olhou para mim de soslaio, um sorriso de diversão brincando em seus lábios. — Senhor Mateu, senhor Lorenzo. Sua voz era doce, suave, e por um segundo imaginei como soaria gemendo. Merda. — Sente-se. Minha voz saiu firme, sem demonstrar nada do que pensei. Ela obedeceu, mantendo a postura ereta, as mãos delicadas repousando sobre o colo. Fiz algumas perguntas básicas sobre sua experiência, tentando ignorar a maneira como seus lábios rosados se moviam ao falar. Até que Lorenzo soltou, casualmente: — É solteira? Ela o olhou sem entender. — Não queremos problemas futuros. Você sabe com dois chefes.. Jasmine piscou, um pouco surpresa, mas assentiu. — Sim, senhor. Lorenzo sorriu, e quando olhou para mim, o brilho malicioso em seus olhos me fez revirar os meus. Eu já sabia o que ele estava pensando. Terminamos a entrevista de maneira protocolar, e Jasmine saiu da sala com a mesma postura certinha e delicada com que entrou. No instante em que a porta se fechou, Lorenzo se virou para mim, os olhos brilhando de excitação. — É ela. Soltei um suspiro, negando de imediato. — Estamos procurando uma secretária, Lorenzo. Saiba separar as coisas. Ele riu, balançando a cabeça como se eu fosse um t**o. — Ela tem experiência. É perfeita. De todas as formas. Abri o currículo dela, olhando para a foto anexada. Cabelos escuros, olhos castanhos profundos, uma beleza inocente que contrastava com o tipo de mulher que geralmente nos interessava. Mordi o canto da boca. Lorenzo tinha razão. Ela era perfeita. .... Contratá-la foi a decisão certa. Pelo menos, era o que repeti para mim mesmo enquanto a observava de longe. Jasmine era eficiente, organizada e dedicada. Desde o primeiro dia, mostrou que levava o trabalho a sério. Chegava cedo, cumpria prazos, respondia e-mails com precisão cirúrgica. Uma secretária exemplar. E isso só tornava tudo pior. Olhar pra ela através daqueles vidros era uma tortura, cada gestos seu, cada curvada que ela dava sobre a mesa pra nós entregar documentos era profano. profano de mais pra minha mente que desejava arrancar aquela pureza, a ingenuidade que existia nela. Lorenzo e eu éramos homens acostumados a conseguir tudo o que queríamos. A cada dia que passava, tornava-se um inferno vê-la ali, caminhando pelo escritório, se curvando sobre nossa mesa para entregar documentos, mordendo distraidamente a tampa da caneta enquanto lia contratos. Pequenos detalhes que só alimentavam a obsessão crescendo dentro de nós. Mas Jasmine era intocável. Pelo menos, por enquanto. Até que, uma noite, tudo mudou. ... Passava das nove quando Lorenzo entrou na minha sala sem bater. — Cara, isso já ficou ridículo. Ele jogou um copo de uísque na minha mesa e se jogou na poltrona. — Preciso de uma decisão sua. Eu continuei revisando os contratos, fingindo desinteresse. — E qual seria o problema dessa vez? Ele riu, balançando a cabeça. — Você sabe muito bem. Jasmine. Levantei o olhar, encontrando o brilho divertido nos olhos dele. — O que tem ela? — Você acha mesmo que consegue ignorar isso? Nós dois estamos ferrados, Mateu. Nunca ficamos tão obcecados por uma mulher antes. Lorenzo estava certo. Eu sentia a mesma coisa. Ela mexia com a gente. — Qual é a sua proposta, então? Cruzei os braços, já prevendo o que viria a seguir. Ele se inclinou para frente, com um sorriso sacana. — Uma aposta. Soltei um suspiro pesado. — Isso é patético. — Vamos, Mateu. Ele riu. — Quem conseguir levar Jasmine para a cama primeiro, vence. — E o que o vencedor ganha? Lorenzo ergueu o copo com um sorriso presunçoso. — O prazer de ver o outro perder. Eu deveria ter recusado. Mas a verdade era que a ideia já estava enraizada em mim. Lorenzo e eu sempre competimos. Nos negócios, nas mulheres, em tudo. E Jasmine seria só mais um jogo. — Tudo bem. Apoiei os cotovelos na mesa, olhando-o nos olhos. — Mas sem joguinhos sujos. Sem apressar nada. Que vença o melhor. Lorenzo sorriu. — Que vença o melhor. E assim, sem perceber, assinamos nossa sentença. ... JASMINE Três semanas. Era o tempo que eu estava trabalhando naquela empresa. Tempo suficiente para me adaptar à rotina, entender o fluxo de trabalho e, mais importante, perceber que os meus chefes eram um caso perdido. Mateu e Lorenzo. Desde o primeiro dia, eles me olharam de um jeito que fez meu corpo inteiro reagir. Dois predadores, observando a caça. Mas, ao mesmo tempo, nunca ultrapassaram limites. Sempre educados, sempre profissional, pelo menos na superfície. Naquela manhã, Luana e eu tomávamos café na sala de descanso, e ela soltou um suspiro carregado, olhando em direção ao corredor. Segui seu olhar e vi Mateu passando, impecável como sempre. Terno bem cortado, cabelo penteado para trás, olhos afiados. Ele olhou rapidamente na nossa direção antes de continuar andando. — Meu Deus... Luana fechou os olhos por um segundo. — Você já percebeu como esses dois são irresistíveis? Ri baixinho, soprando o vapor do café antes de tomar um gole. — Eles têm presença. — "Presença" é um jeito educado de dizer que eles são dois cachorros de terno. Arqueei uma sobrancelha. — Cachorros? Ela riu e se inclinou na mesa, como se estivesse prestes a contar um segredo proibido. — Mateu e eu já tivemos... um momento. Pisquei, surpresa. — O quê? — Nada sério. Ele não faz nada sério. Ela deu de ombros, girando a colher no café. — Nenhum dos dois faz. Eles pegam quem querem, quando querem, e depois seguem em frente como se nada tivesse acontecido. São amigos, mas ao mesmo tempo são rivais. Eles competem em tudo. Senti um arrepio na espinha. Competem em tudo. Não sei por que aquelas palavras me afetaram tanto. Talvez porque, nas últimas semanas, eu sentia que algo estava acontecendo. Pequenas coisas. Os olhares. A forma como Lorenzo sempre arrumava um jeito de tocar minha mão quando me entregava uma caneta. O jeito como Mateu me chamava de "senhorita Jasmine" com aquela voz arrastada e carregada de segundas intenções. Eu me convenci de que era coisa da minha cabeça. Mas, e se não fosse? Afastei o pensamento com um sorriso, tentando disfarçar o que Luana havia acabado de plantar na minha mente. — Então você está me dizendo que eu devo tomar cuidado? Ela riu, bebendo seu café. — Estou dizendo que, se um deles te olhar por mais de cinco segundos... corra. Sorri, mas algo me dizia que já era tarde demais para correr. ...

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