Uma noite insana.

1822 Palavras
"Capítulo Hot" MATEU A música da boate pulsava ao fundo, abafada pelas paredes acolchoadas da sala privativa. A iluminação vermelha dava à pele dela um brilho quente, como se fosse feita para ser devorada. Ela estava ali, entre nós, entregue ao efeito do álcool e ao desejo que nem ela mais conseguia esconder, a consumia. Delicada. Pequena. Doce. Tão diferente de todas as outras. Meus dedos deslizavam por sua coxa desnuda, a pele quente e sedosa arrepiando sob o toque. sua saia levantada revelava a lingerie branca de renda. Ela contrastava com o pecado daquela noite, uma ironia deliciosa. Lorenzo havia aberto alguns botões daquela camisa social que ela usava, revelando a renda do seu sutiã, o tecido fino marcava seus s***s pequenos, mas perfeitamente preenchiam a palma da minha mão. — Você não sabe o quanto esperamos por isso. murmurei, a voz rouca pelo desejo. Lorenzo estava ao seu outro lado, a mão firme em sua nuca, os olhos escuros fixos em sua boca entreaberta. O corpo dela tremia levemente, mas não de medo, de antecipação. — Acho que ela não faz ideia do que está prestes a sentir. Lorenzo murmurou, roçando os lábios no ouvido dela, sua língua provocando. Jasmine se arqueou sutilmente, os olhos meio fechados. Não havia gemidos ensaiados, nem joguinhos para nos agradar. Ela só sentia. E isso me deixava ainda mais duro. Passei os dedos pelo tecido da calcinha, pressionando-a de leve, sentindo o calor úmido por baixo. Ela soltou um pequeno suspiro, m*l um som, mas foi o suficiente para me inflamar ainda mais. — Tão sensível. murmurei contra sua boca. — Vamos fazer com que nunca esqueça essa noite. Acariciei sua cintura, deslizando os lábios pelo pescoço exposto. Ela inclinou a cabeça para o lado, os cabelos escuros caindo sobre os ombros, e senti seu peito subir e descer em uma respiração entrecortada. O desejo a consumia aos poucos. — Ah.. por favor... sua voz nos implorava manhosa, nos deixando louco. Lorenzo riu baixo, os olhos percorrendo cada expressão dela. — Vamos preencher cada maldito buraco seu, bonequinha. Você tá pronta pra isso? Ela estremeceu, e eu senti seu corpo ficando ainda mais quente contra o meu. Segurei seu queixo e capturei seus lábios. O beijo foi como um ataque, faminto, intenso, sem espaço para hesitação. Ela me acompanhou, não de forma experiente, mas com uma entrega crua que fez meu p*u pulsar contra o tecido da calça. Minhas mãos correram por sua barriga lisa, puxando sua blusa, removendo. subindo lentamente até seus s***s, cobrindo-os. Perfeitos. Pequenos, na medida certa. Brinquei com seus m*****s por cima da renda, ouvindo outro arfar suave escapar de seus lábios. Ela não sabia se controlar, e eu amava isso. Desci os beijos por sua clavícula, empurrando as alças da lingerie para o lado. Os b***s dos s***s estavam duros, rosados, perfeitos. estavam pedindo para serem tomados na boca. Então eu fiz isso. Um gemido sôfrego escapou dela. — Isso... Lorenzo incentivou ao meu lado, seus dedos enlaçando os cabelos dela, inclinando sua cabeça para trás, enquanto sua mão apertava a coxa dela, fazendo ela se contorcer. Beijei cada curva, cada espaço daquela pele tão absurdamente macia. Jasmine não tentava parecer sensual. Ela simplesmente era. Me afastei apenas o suficiente para puxar sua calcinha para o lado, sentindo a umidade quente contra meus dedos, melada. Ela já estava molhada para nós. Lorenzo segurou sua cintura, mantendo-a no meio de nós, enquanto eu traçava um caminho de beijos pela sua barriga, deslizando pra no caminho do seu prazer. — Abre um pouco mais para mim... Quero provar o quanto você está pronta para ser nossa. Ela obedeceu, e eu perdi a sanidade. Aquela noite não seria apenas uma transa. Seria uma marca, um selo permanente na pele dela. Ela nunca esqueceria. Eu faria questão disso. Ela arfava entre nós, os olhos nublados pelo prazer, os lábios vermelhos entreabertos. Puta merda. Como um maldito vício que acabávamos de provar pela primeira vez e sabíamos que nunca bastaria uma única vez. Lorenzo levou os dedos até a boca dela, deslizando pela suavidade úmida de seus lábios. — Já fizeram isso com você, bonequinha? Já preencheram essa boquinha? Ele sussurrou, os olhos fixos nela, a mão acariciando sua bochecha de um jeito quase terno, quase possessivo. Jasmine acenou com a cabeça, a respiração ainda errática. Ele sorriu, sedutor, roçando o polegar no lábio inferior dela. pressionando de leve até ela o permitir entrar e sugar seu dedo. —Ash... você quer fazer isso comigo agora? Ele removeu o dedo e ela mordeu o lábio, e aquela p***a de ação fez nossos corpos se incendiarem ainda mais. Enquanto eu a penetrava com meus dedos sentindo sua umidade quente e pronta para mim, Lorenzo a guiava para o próprio prazer. Ele removeu a camisa afrouxando o cinto e abrindo os botões da calça descendo o suficiente pra liberta-lo. Ela deslizou as mãos sobre seu peito gananciosa. Removi os dedos de dentro dela e ela resmungou. — Calma, eu vou dar o que você quer. removi minhas roupas enquanto ela deslizou a boca ao redor dele devagar, os olhos piscando, a respiração já entrecortada. — ashhh... c****e que boca deliciosa bonequinha Lorenzo murmurou. Ela queria sentir. Sem precisar nos agradar, sem forçar gemidos ou cenas ensaiadas. Era cru. Autêntico. E c*****o, aquilo me deixou ainda mais duro. Inclinei meu rosto, roçando os lábios na curva interna de sua coxa antes de finalmente prová-la com minha língua, deixando molhada pra me receber. O corpo dela se arqueou imediatamente, um tremor delicioso percorrendo sua pele quente e macia. — Isso, bonequinha... Aproveita. Ele a provocou. Ele segurava seus cabelos, observando cada reação dela enquanto ela o devorava com sensualidade. Nós nos olhamos acima do corpo dela, compartilhando um sorriso cúmplice. Era como antes, o mesmo jogo perigoso. Mas ao mesmo tempo, diferente. O brilho em nossos olhos dizia isso. Ele segurou o seu m****o. — pressiona essa boquinha pra mim. ela o fez e ele brincou com seus lábios forçando o m****o a entrar com seus lábios pressionados. — Haha... p***a! Ele rosnou e******o. Era a p***a da mulher mais sexy que já fodemos juntos. Ela já estava completamente entregue, o prazer fluindo de seu corpo em ondas intensas. Eu me ergui. — Vem cá! puxei seu corpo lhe empinando, aquela b***a deliciosa empinada pra mim, dando um tapa, sua carne extremeceu, o som delicioso do estralar. — Deliciosa... inclinei meu corpo sobre o seu embriagando ainda mais seus desejos. Pincelei meu m****o contra ela antes de deslizar para dentro, lento, profundo, sentindo sua pele quente e úmida me engolir por inteiro. — Ah.... Ela arfou arqueado as costas ao sentir ser completamente preenchida, segurei seu quadril a forçando pra trás, fundo. — Você nunca vai esquecer essa noite... murmurei, segurando seu quadril com força. — Vamos fazer questão disso. Lorenzo tomou seus lábios, segurando seus cabelos em r**o de cavalo e seu queixo. Suas mãos deslizavam pelo corpo dela, explorando cada curva, sentindo cada tremor. Jasmine se remexia sob nós, seu corpo tremendo com cada investida minha, a boca ainda ocupada pelo m****o de Lorenzo, que a segurava com firmeza, murmurando elogios, perdendo-se nela tanto quanto eu. Até invertemos e saboreamos cada insanidade daquela mulher profana. Eu segurei seu rosto, tomando sua boca, explorando-a com minha língua. Ela gemeu contra meus lábios, e aquilo foi como fogo em minha pele. ... LORENZO Ela era um caminho perigoso. E eu estava fodidamente perdido. O corpo dela se moldava perfeitamente ao meu, quente, entregue, viciante. Eu a tomava por trás em sua b****a, deslizando para dentro dela com firmeza, cada gemido abafado pelo prazer insano que ela estava sentindo. Seus movimentos eram instintivos, impulsivos. Como se fosse algo primitivo dentro dela se libertando. Meus olhos desceram para sua entrada apertada, pulsando, pedindo por mais enquanto eu fodia seu outro buraco. Sorri de lado, deslizando um dedo ali, sentindo-a se contrair ao redor de mim. — Nossa, você é gulosa, bonequinha... Sussurrei, provocando-a, deslizando o polegar para dentro devagar. — Está pedindo mais, é isso? E então ela gemeu. Alto. Pela primeira vez, sem controle, sem se importar. Forte o suficiente para fazer meu p*u pulsar dentro dela. Mateu e eu trocamos um olhar acima de seu corpo, os olhos escurecidos, a respiração pesada. Nós precisaríamos nos esforçar para arrancar aquilo dela novamente. E fizemos. — Você quer nos dá ele bonequinha? Mateu segurou seu rosto. — Responde. Ela acenou que sim. — Hurrum. — Você já fez isso? Mateu perguntou. — Nunca. — Vamos ter cuidado, você está toda preparada, seu corpo vai liberar fácil. ela suspirou e acenou que sim. Mateu a levantou, seu corpo descolou do meu, acariciei meu m****o. Ele a ergueu do chão pondo suas pernas circulando sua cintura adentrando a fazendo gemer novamente, desta vez um meloso, seu corpo molinho em seus braços, me aproximei beijando seu ombro, pincelando sua entrada de trás. — Se doer, avise. ela jogou a cabeça pra trás, tomei seus lábios engolindo o seu gemido quando adentrei. senti o aperto do seu ânus chupar ele pra dentro. Apertada, deliciosa. — Ahh... Gememos juntos, era pura luxúria, um fogo que nos tomava insanamente. apertei bem sua b***a, enquanto Mateu mordia o ombro dela. Nossos movimentos se tornaram mais brutos, mais exigentes, arrancando cada som que ela escondia, cada gota do prazer que explodia dentro dela. Seus gemidos eram altos, deliciosos enquanto sussurravamos e mordiamos cada parte do seu pequeno corpo. Ela estava perdida, totalmente perdida em nossas mãos. ..... Quando ela finalmente se desmanchou entre nós, seu corpo mole, a respiração falha, um sorriso bobo surgiu em seus lábios. Nós entregamos juntos Gozando feitos animais, enchendo-a de p***a. Removi de vagar meu m****o perdendo sua ereção, totalmente saciado. Mateu segurou seu rosto olhando profundamente em seus olhos. — Você está bem? Ei... Ela o olhou e sorriu. Um sorriso embriagado, safado. E aquilo nos fodeu ainda mais. Nós não tínhamos terminado, pois ela não estava saciada, não do jeito que queríamos. — Banheiro? Questionei. Ele acenou e a levou no colo. Ainda precisávamos provar cada pedaço dela, até deixarmos sem forças. .... O banho foi quente, intenso, nossos toques não paravam, nossas línguas exploravam, nossas mãos deslizavam. Ela m*l conseguia se manter em pé. — Ash... Suas pernas tremiam, exaustas, ela sentiu sensibilidade quando Mateu a tocou em sua b****a ensaboada. — Chegou ao seu limite bonequinha? Perguntei mais que satisfeito. Ela não respondeu, esgotada. Nós a levamos para a cama. Jasmine deitou-se no meio de nós, envolta apenas no roupão. Ela parecia um maldito pecado personificado. E foi ali, quando nossos corpos ainda pulsavam, quando nossos olhos se encontraram sobre ela adormecida, que a verdade bateu como um soco. A aposta tinha sido uma sentença. Nós sabíamos disso agora. Era como jogar gasolina em um fogo ardente. E agora não sabíamos mais como apagar. Não depois daquela noite. ....
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