Pesadelo narrando O telefone tava colado no meu ouvido, minha mão tremia de raiva e preocupação. O advogado, Dr. Rogério, falava alguma coisa do outro lado, mas minha cabeça tava latejando. A notícia de que a Lua tinha saído na surdina, direto pra delegacia onde o Lucas tava preso, me fez sentir um gelo subir pela espinha. Ela podia ter assinado a própria sentença de morte. — Rogério, escuta bem, porque eu não vou repetir. A Lua tá na p***a da delegacia com o Lucas! — gritei no telefone. — Tu tem CINCO MINUTOS pra achar meu filho e minha nora, ou eu vou fazer uma merda tão grande que nem a corregedoria vai segurar. — Pesadelo, calma, eu já tô a caminho, eu tô rodando e ligando atrás dele- ele fala e eu me estresso — Eu tô calmo pra c*****o, se eu tivesse nervoso, nem respirando tu ta

