Ás nove horas da noite em ponto Cecília entrou do quarto de Luca, o pequeno já se mexia um pouco. Ela o trocou, o medicou e o alimentou. Depois de alimentado o pequeno brincava com os dedos de Cecília, e ela o ninava andando de um lado para o outro no quarto. Cecília o levou até a janela e afastou a cortina pesada.
- Olha que noite linda Luca, daqui a pouco tempo iremos lá em baixo e vamos fazer bastante bagunça. Já vi que tem bastante coisa boa para fazer aqui. Deve ter uma piscina também, mas essa só o seu pai para liberar o acesso.
- A piscina está nos fundos da casa.
Cecília se sobressaltou com aquela voz grave, e quando virou deu de cara com Felix bem próximo de si.
- Desculpa. - Ela desviou os olhos do tronco dele.
- Estava passando por aqui e escutei o papo de vocês. - Ele estendeu a mão e tocou o filho. - Só vim avisar que estou saindo e devo chegar de madrugada. Qualquer coisa me mande uma mensagem. Deixarei a chave de um carro em cima da mesa, na cozinha. Qualquer urgência leve-o para o hospital, eu te encontrarei lá.
Cecília concordou com um aceno de cabeça, m*l conseguia respirar com ele tão perto, e tão perfumado. Felix se abaixou para beijar o filho, a mão num gesto rápido escorregou pelo braço dela e se firmou em seu cotovelo.
- Até logo.
Cecília soltou o ar que estava preso no momento que ele passou pela porta, respirou fundo e encarou o pequeno.
- Se você seguir a linha do seu pai será tão bonito quanto ele. Agora vamos dormir cabelo de fogo.
***
Felix saiu do quarto no momento em que perdeu a linha, enquanto se abaixava para beijar o filho acabou deslisando a mão pelo braço da babá, e constatou que ela tinha a pele macia. Antes de se levantar notou que estava ficando duro.
Puta merda. Pensou ele. Não posso nem tocar em uma mulher, parece que estou na puberdade.
Enquanto dirigia para a casa de Sofia movimentava a mão que tocou em Cecília. Se ela não fosse tão séria arrasaria o homem que quisesse no mínimo esforço.
Infelismente a ida até a casa de Sofia foi rápida de mais, e ela como sempre já o aguardava na porta da casa. Nua, sorrindo sensualmente.
- Achei que não viria mais. - Fez biquinho.
- Bem. - Ele olhou no relógio. - Ainda são nove e cinquenta, eu combinei de chegar aqui ás dez. E não sabia que ficaríamos aqui.
- O Ciro saiu com alguma p**a cara. - Ela rebolou até ele.
- Você tem vizinhos sabia?
- Sei. - Ela deu uma olhada para trás. - Esse corpo custou muito caro para ficar escondido, não acha?
Felix a pegou no colo e a levou para dentro. A boca colada na dela em uma beijo profundo e cheio de desejos, passeou pela casa e a levou para o andar de cima, abriu a porta do quarto com um chute e levou até a cama. Sofia se jogou no colchão, totalmente molhada, e gemeu alto quando ele sugou um de seus s***s. Felix estourou a calcinha dela com um movimento rápido e a jogou de lado.
- Me fode com força. - Ele pediu entre os gemidos.
Felix já estava duro, arrancou a roupa com movimentos bruscos e as pressas colocou uma camisinha no m****o, enquanto observava a loira a sua frente se tocar ele mesmo se tocava, então puxou Sofia e a virou de costas.
A imagem daquela b***a pequena e aberta era o que ele queria para esquecer a babá. Felix se enfiou em Sofia de uma vez e estocou com força, espalmando os glúteos dela até deixá-los vermelhos.
Sofia estremeceu, havia chegado ao ápice, estava quase cedendo, mas Felix ainda queria mais e e a segurou firme, estocou sentindo a i********e dela pulsar e se derramou com um gemido alto.
Quando os movimentos pararam ele se levantou.
- Preciso de um banho.
- Vou com você. - Ela se levantou, estava vermelha.
- Não. Sabe que não teremos esse nível de i********e né. Nem banhos, ou noites juntos.
- Mas eu durmo na sua casa. - Sofia emburrou a cara.
- Dorme no seu quarto, depois de f***r comigo. Não na minha cama.
- Na cama emaculada. - Ela zombou. - Já entendi.
- Vou tomar meu banho e você fica aí. Pretendia passar a noite aqui, mas notei que você não está de bom humor hoje.
- Não. Felix...
Ele se trancou no banheiro, tomou um banho rápido, saiu enrolado na toalha dela e se vestiu rapidamente sob o olhar raivoso de Sofia.
- Não vai mesmo ficar?
- Não. - Ele fechou o cinto. - Boa noite Sofia.
Sofia estava ficando cada vez mais possessiva. As vezes aparecia no escritório enquanto Ciro estava lá, exigia uma f**a e só partia depois de satisfeita. As noites que dormia na casa dele, queria a todo custo entrar no quarto. Ela tinha de entender que entre eles não havia sentimentos.
Felix dirigiu até um bar próximo de casa, sentou no balcão e enquanto enchia a cara pensava em Cecília. Na forma como ela ninava Luca. Ela nunca mantinha o olhar, não sorria e falava como se estivesse com medo.
Já era tarde quando ele voltou para casa, com certo alívio reparou que o carro ainda estava parado no mesmo lugar, ao olhar para cima viu que a única luz acesa ali era a do quarto de Luca.
Ao abrir a porta ele ouviu os berros do filho, estava bêbado e correr até o quarto foi um terror, todavia quando entrou ali viu que Cecília pacientemente pingava algumas gotas de um frasco na boca de Luca.
- Ele está bem?
- Ai que susto !- Cecília se atrapalhou com o frasco e por pouco não o deixou cair.
- Escutei os gritos dele lá de baixo.
- Ele está com cólicas. Acordou pouco depois que você partiu, dormiu um pouco e acordou agora.
Cecília vestia um pijama de seda rosa chá, estava sem sutiã, o pano leve desenhava perfeitamente os s***s fartos dela. Felix precisou de muito esforço para desviar os olhos.
- Se arrume. Vamos levá-lo ao médico.
- Por causa de uma cólica?
- É.
- É normal, ainda mais na situação dele, que só se alimenta com fórmula. Mais alguns meses e isso passa. O que podemos fazer é ficar de olho na frequência das dores, medicar e fazer a massagem certa.
A tranquilidade com a qual ela falava era hipnotizante.
- Está vendo? Ele já está se acalmando, daqui a pouco solta um punzinho.
Luca fazia uma força descomunal para colocar os gazes para fora, porém Cecília estava certa. Logo ele voltou a dormir tranquilo.
- Boa noite Senhor Smith.
- Boa noite Cecília. - Felix caminhou até a porta do quarto. - Deveria ir dormir, agora que ele também dormiu.
- Daqui a pouco eu vou. - Ela o olhou por cima dos ombros. - Ele pode acordar assustado.
Ainda era a primeira noite dela ali, Felix sentiu a segurança que sentia quando Luiza ninava Maria Helena. Era como se Cecília nascesse para ser mãe.
Ele se trancou no quarto, se despiu e se jogou na cama, observava o teto pensando naquele dia longo e estranho. Pensou na mãe e em Luciana. Se pudesse vê-la diria que Luca estava em boas mãos, e que se ela ainda não havia descansado, podia ir para onde quer que as almas fossem. Ele sempre manteria contato, mesmo que só por uma prece sussurrada de noite, diria todas as coisas novas que Luca estava fazendo. E depois o ensinaria a conversar com a mãe.