bc

Somente Minha

book_age16+
1.2K
SEGUIR
3.7K
LER
possessivo
menina boa
médico
drama
doce
cidade
mxm
love at the first sight
like
intro-logo
Sinopse

Arthur, é um médico muito competente, bonitão e muito mulherengo, ao atender a namorada de seu amigo, conhece a amiga dela Carla. E tem um caso de paixão a primeira vista. Ela tem que ser dele!

Carla, uma bibliotecária charmosa, animada e inocente. Sempre contida em suas ações, descobre uma paixão avassaladora por Arthur.

Será que este romance vai dar certo ?

chap-preview
Pré-visualização gratuita
Arthur Pacheco Gonçalves & Carla Fontana
Arthur não teve uma infância fácil, seus pais trabalhavam duro para que ele tivesse o básico para viver. Era o filho caçula de três irmãos. Seus pais viviam em guerra dentro de casa, não conseguiam engatar uma conversa sem partir para a agressão. Desde muito pequeno aprendeu a ficar no seu canto para não sobrar pra ele. Em uma noite quente de verão, Arthur e seus irmãos dormiam, enquanto seus pais protagonizavam mais uma briga. Arthur não sabia dizer como as coisas ocorreram, mas lembrava de acordar, no meio do fogo e da fumaça. Correu, tossindo, afogado pela fumaça, não achava saída, não havia ninguém no quarto, ele gritava por socorro, mas ninguém o ouvia. Conseguiu alcançar a janela do quarto, e se jogou para fora. Horas depois, quando acordara no hospital descobriu que tinha sido o único a sobreviver, pois não tinha tentado sair pela frente da casa. Arthur tinha 13 anos na época, não sofrera nenhuma queimadura, apenas alguns arranhões da queda. Passou uma semana no hospital por conta da quantidade de fumaça inalada. Naquele dia, Arthur decidiu que nunca casaria, que nunca se submeteria a um casamento para viver um inferno, como seus pais. Foi mandado para a casa de seus avós, que o criaram com muito amor. Mas as marcas daquela vida com seus pais, ainda estavam lá. O fazendo recuar quando alguém tentava algum relacionamento mais sério. *** Arthur estava com 30 anos, havia se tornado um dos melhores médicos de sua cidade, era recomendado por quem por ele era atendido. Era gentil, educado e muito competente. Em dias de folga de algum cirurgião, ou conforme as necessidades Arthur realizava cirurgias também. Mas não era o que fazia seus olhos brilharem. Gostava mesmo era de atender, conversar com os pacientes, fazer parte da cura de cada um que passava por ele. O dia de hoje estava caótico, um engavetamento de carros devido a queda de uma árvore em meio a uma tempestade tinha revirado o hospital de pernas para o ar. Estava ajudando no atendimento das vítimas na emergência, quando uma moça atropelada chegara, seus sinais vitais eram fracos... - PARADA CARDÍACA. INICIAR COMPRESSÕES. - Arthur comandava os colegas. - CHAMEM DR. FAVARETTO. HEMORRAGIA INTERNA. - Em meio a correria, Arthur ouvia o auto falante chamando. ATENÇÃO DR. FÁBIO FAVARETTO COMPARECER A SALA DE EMERGENCIA TRAUMA 2 ATENÇÃO DR. FÁBIO FAVARETTO COMPARECER A SALA DE EMERGENCIA TRAUMA 2 Arthur saíra para chamar mais enfermeiros, quando retornou viu seu amigo Fábio estancado em frente a sala de trauma. Fábio Favaretto era o melhor cirurgião da região. Em qualquer situação de risco, era ele quem chamavam. Arthur corria em direção ao amigo, virando para a sala de trauma onde todos esperavam pelos comandos dele. Vendo que ele não se mexia, começou a comandar o pessoal, mandando que se dirigissem a sala de cirurgia. - Está tudo bem ? Pode realizar a cirurgia ? Ela foi atropelada no acidente que aconteceu, está com hemorragia interna, precisamos parar o sangramento. - Arthur falava sério, encarando Fábio nos olhos. O amigo parecia estar fora de si, nunca o tinha visto assim antes, nem mesmo quando soubera da morte de seu pai. Fábio era contido, alegre e profissional, nunca se envolvia demais com os pacientes. - Ela está grávida! Não consigo... precisam salvá-la, e seu bebê... - Vendo Fábio ficar pálido, Arthur chamou uma enfermeira para ajudá-lo, sentiu pena do amigo, então garantiu, mesmo sem saber se cumpriria. - Vamos salvá-la! - E correu para a sala de cirurgia. A cirurgia fora longa e complicada. O sangramento tinha sido estancado, quando estavam finalizando a cirurgia, perceberam que o feto estava fora do útero, se formando em sua trompa. Arthur praguejara em voz alta: - Mas que inferno! - Não sabia se aquele bebê era de Fábio, como falaria para o amigo que tiveram que tirar a criança, ou a mulher morreria? Quando saiu da sala de cirurgia, encontrou Fábio sentado em uma cadeira na sala de espera, com as mãos na cabeça e olhos inchados. Caminhou lentamente até o amigo, ensaiando como falaria com ele. - Fábio... Fábio, dera um salto da cadeira. - Como eles estão ? - Bem... A jovem está bem. - Olhou o prontuário. - Luana da Silva está bem, mas a gravidez era ectópica, não tivemos escolhas, tivemos que remover o feto. Fábio se jogou de volta na cadeira. Não dissera uma palavra. Quando Arthur ia perguntar o que ele era da moça, Fábio se levantou. - Quando poderei vê-la? - Dentro de algumas horas ela estará no quarto e você poderá vê-la. - Arthur achou melhor deixar o amigo sozinho por enquanto, ele estava muito abatido. Virou-se para sair, mas Fábio o chamou. - Arthur... pode me substituir até tudo se acertar? - Fábio tinha olhos suplicantes. - Claro que sim, cara. - Arthur respondera, dando um abraço de leve em Fábio. *** Se passaram 15 dias alucinados, com Fábio enfurnado naquele quarto com Luana. Arthur estava a 15 dias tocando direto, para substituir Fábio. Estava beirando a loucura, não pode sair nem uma vez à noite, para beber, ou dançar, encontrar alguém para o satisfazer. Nada. Só o que fazia era trabalhar, levara até roupas para tomar banho no hospital, visto que m*l tinha tempo de ir para casa. Arthur estava massageando as têmporas, quando Melissa, sua enfermeira favorita, veio correndo lhe chamar. - Dr. Gonçalves, A Srta. Luana da Silva acordou. Arthur ergueu as mãos para o céu. - Graças a Deus Melzinha, graças a Deus... - Arthur já tinha dormido algumas vezes com Melissa, ela era uma boa moça, nunca lhe exigira nada, nem se quer uma ligação. Ia saindo em direção ao quarto, quando ouviu-a dizer. - Ela perguntou pelo bebê. - O que você disse? - Arthur a encarava sério. - Que chamaria o médico para lhe dar maiores informações. - Arthur assentiu e foi em direção ao quarto de Luana. Ao chegar lá deparou-se com Fábio e Luana conversando. Interrompeu-os: - Fábio... - Ambos o encararam. Ele sorriu para Luana. - Luana, eu sou o Dr. Arthur Gonçalves. Cuidei de você esse período que esteve aqui. Olhou para o amigo, não sabia a relação deles, mas precisa de toda a compreensão de Luana, então mesmo sabendo que podia magoar o amigo falou: - Fábio, preciso conversar com Luana, poderia nos dar licença? - Não vou sair Arthur! - Fábio falava sério, com uma carranca no rosto. Virou-se para Luana. - Tudo bem pra você Luana ? - Sim, Dr. Pacheco, pode falar! Fábio e eu somos amigos. AMIGOS? Arthur estava chocado, como podiam ser somente amigos e Fábio ter definhado por ela esses 15 dias?  Arthur assentiu e começou a explicar tudo que podia e um pouco mais, Luana tinha encarado melhor do que ele esperava a situação. O que era bom, assim poderia lhe dar alta, e Fábio voltaria a trabalhar, lhe permitindo ter vida novamente. Arthur era um homem forte, alto com 1,85 de altura, ombros e costas largas, cabelos e olhos bem pretos. Sua pele era bronzeada, deixava a barba bem aparada mas grande no rosto, o deixando mais charmoso. Colecionava números de garotas no celular, dificilmente dormia com a mesma mais de uma vez, era o estilo conquistador. Ele flertava até com as senhorinhas da academia, achava que era bom pra elas se sentirem vistas e desejadas. Então não o surpreendeu quando Fábio entrou em seu escritório dizendo que Luana não estava disponível. Ele riu do amigo. - Nunca dei em cima de suas paqueras! - Dissera divertido. - Ela é muito mais do que uma simples paquera. - Fábio dissera estreitando os olhos. - Hummm, me lembro de ouvi-la dizer que vocês eram apenas amigos... Fábio se levantara da cadeira de punhos cerrados. - Ou ou ou, calma lá amigo, estou só brincando. - Arthur erguera as mãos em rendição. Fábio era maior que ele, e não estava a fim de brigar sem motivos. - Assim que Luana receber alta, volto aos meus plantões, e te devo alguns ainda. Então é só me dizer que venho em seu lugar. Arthur sorriu. Não aguentava mais. - Ok, muito obrigado. *** Dois dias depois, Arthur estava indo ao quarto de Luana, entregar a liberação de alta dela. Avistou de longe Fábio sair do quarto, parecia ter um sorriso leve nos lábios. Parou próximo ao quarto ao ver que Luana não estava sozinha. Havia com ela uma moça, estava de costas, mas via-se que era de estatura baixa, de cabelos curtos e cacheados que brilhavam enquanto ela pulava de um lado para o outro gargalhando e abraçando a amiga. Arthur virou a cabeça, reparando no bumbum marcado no macacão que a moça vestia. - Hummm, gostei. - Arthur argumentou consigo mesmo, e seguiu para dentro do quarto. _____________________________________________ Carla Fontana, filha única, foi mimada até não poder mais por seus pais. Eles trabalhavam muito para lhe dar tudo de melhor na vida. Ela era uma menina estudiosa e comportada. Nunca deu incomodação para seus pais, ficava feliz de lhes dar orgulho, sendo sempre a primeira da classe. Sempre foi uma garota muito alegre e apaixonada pela vida. Amava ler, amava tanto que decidiu ser bibliotecária, que lugar melhor para se trabalhar do que em uma biblioteca ? Ela não poderia ser mais feliz com seu trabalho. Ela nunca teve muitos namorados, os poucos garotos que se aproximavam dela, era para pedirem ajuda em alguma matéria na escola. Se bem que pensando bem, ela nunca dava atenção aos garotos que se aproximavam. Hoje com 24 anos, Carla estava satisfeita com sua vida. Era baixa, cerca de 1,55 de altura, cabelos curtos castanho e cacheados, tinha olhos verdes claros, que eram seu ponto forte. Vestia-se de maneira confortável, sempre prezava pelo conforto, amava calça jeans, camiseta, macacão, tênis all star, ou chinelo de dedo. Tinha miopia, mas era um grau moderado, usava um óculos com armação fina e arredondada, com 2 graus em cada olho, mas isso não a incomodava. Tinha o emprego dos seus sonhos, seu próprio apartamento e seu próprio carro. Seus pais sempre estavam por perto pra quando ela precisasse. Sentia-se grata pela vida maravilhosa que tinha. *** Carla recebera uma ligação de Luana, dizendo que estava de alta. - Ah meu Deus, que bom Lu. Estou tão feliz. - Carla falava pulando, enquanto sentia os olhos arderem com as lágrimas que ameaçavam em sair. - Claro amiga, deixa de ser boba, vai ser um prazer ir te buscar no hospital... Quando ? Amanhã? Tá ok, pode deixar, que eu vou pegar umas roupas suas e te pego... Capaz o Jeremias não vai se importar. Jeremias, ouvindo a conversa de Carla logo apareceu no balcão da biblioteca. - Quem era? Luana ? Como ela está ? Carla pulava, balançando os cachos sedosos e batia palmas. - A Lu vai receber alta amanhã... aaaah, que felicidade meu Deus. Jeremias se escorou no balcão. Os braços fortes se contraindo. - Graças a Deus, eu estava preocupado com ela. - Posso sair amanhã para buscá-la ? Ela pediu para eu pegar umas roupas dela e ir pegá-la no hospital. - Carla o olhava esperançosa. Jeremias era um chefe legal, sempre se deram muito bem. - Mas que pergunta ? É claro Carla, e me mande notícias depois, tá ? - Pode deixar. - Disse ela sorridente, voltando ao trabalho. *** Carla corria com seu carro para o apartamento de Luana. A biblioteca enchera na hora dela sair, o que a fez se atrasar. Pegou duas mudas de roupas para Luana e correu para o hospital. Carla entrou no hospital sentindo o cheiro forte de limpeza, ela não gostava muito daquele cheiro. Enrugou o nariz e se dirigiu a recepção. - Olá, vim para levar uma amiga que receberá alta hoje... - Qual o nome da paciente? - Luana da Silva. A moça digitava em seu computador. - Sim, um documento por favor. Carla entregou, a moça anotou seus dados e lhe entregou um crachá de visitante. - Pode passar, 2º andar, quarto 7. - Muito obrigada. - Carla saíra sorrindo. O dia estava lindo, um vento fresco soprando. Ela estava com seu macacão marrom favorito, uma blusinha de magas curtas amarela por baixo, e tênis all star, e sua amiga estava voltando para casa, depois de passar tanto sufoco, não teria como o dia ficar melhor. Carla estava tão ansiosa que quando avistou o quarto 7, correu até lá. Foi entrando e falando sorridente: - Lu, que bom que está bem, trouxe tudo que você pediu. - Parou assim que viu o bonitão com a mão no rosto de Luana e ela vidrada nele. Luana se virou para ela com os olhos brilhantes e sorriu. - Prazer me chamo Fabio. - O bonitão ao lado de Luana dissera. - Sou Carla, amiga de Luana. - Carla olhava com olhos arregalados para amiga, como em tão pouco tempo ela arrumara um gato daqueles? Invejou Luana por um momento, afinal ela não lembrava de ter tido um paquera tão bonito desde a escola. - Obrigada Carla por se disponibilizar em vir me buscar. Carla saiu de seu devaneio: - É um prazer Lu. Estava morrendo de saudade. - Disse indo ao encontro da amiga para lhe dar um forte e apertado abraço. - Ao se afastar deu um sorriso e ergueu a sobrancelha de maneira travessa em direção a Fábio. Luana não pode deixar de rir. A amiga era uma romântica incurável. Se bem que ela não ficava muito atrás. - Fábio, como eu disse agradeço, mas já tinha pedido Carla para me pegar. Carla viu o tal Fábio se aproximar da amiga e a beijar apaixonadamente, cochichando algo em seu ouvido. Fábio virou as costas para Luana, balançou a cabeça em direção a Carla e saiu. Carla abriu a boca de forma inacreditada, e sorrindo começou a pular até Luana. - Não acredito no que vi, ele parece ser um anjo, um anjo muito alto, forte e musculoso, mas e aqueles olhos dele? Amiga, estou tão feliz por você. - disse lhe abraçando. - Pare com isso, eu m*l o conheço. - Hummmm, mas ele parecia muito íntimo de você - Carla provocou rindo . - Quero saber de tudo dessa história emmmm... - Cale a boca! - Disse Luana rindo também. - Quando chegarmos em casa te conto. Agora precisamos esperar o médico vir me liberar. Nesse momento, Dr. Arthur entrou no quarto. - Olá, estou atrapalhando ? - De maneira nenhuma doutor. - Disse Luana, sorrindo. - Estávamos lhe esperando. Arthur se direcionou a moça que estava com Luana. Ela era ainda mais linda de frente do que de costas. Olhos verdes como grutas cristalinas, óculos arredondados, e um sorrisão que lhe tomava o rosto todo. No momento que a encarou intensamente, ela ficou séria. Uau, ele era o homem mais charmoso que ela já tinha visto na vida, pensou Carla. Olhos negros, pele morena, o jaleco cobria seu corpo até quase os joelhos, os cabelos curtos, penteados para trás, e ele falava de modo firme. Quando viu que ele a encarava seu estômago se revirou. - Prazer, sou Dr. Arthur Gonçalves. Você é quem ? - Arthur não perdia tempo, se interessou por ela no mesmo instante, e já pensava em tirar aquele macacão horrendo dela e devorá-la em sua cama. - Carla. - Respondeu simplesmente. - Ela é minha amiga veio para me levar para casa. - Dissera Luana, percebendo a tensão entre os dois. Arthur se virou para Luana. - Que ótimo, precisa se cuidar pelas próximas semanas. Você está ótima, já retiramos os pontos, que estão com uma cicatrização ótima. Só peço que não faça força pelos próximos dias para acelerar sua recuperação. Espero que atenda o conselho que lhe dei, e vá a um psicólogo também. Pode não parecer nada agora, mas pode lhe trazer sequelas no futuro uma perda como essa. Luana assentiu, assinou os papéis. Estava contente em poder finalmente sair daquele hospital, queria ver o sol, correr na avenida e tomar um bom banho de banheira. Luana olhou para Carla que não tirava os olhos de Arthur. - Terra chamando Carla... - Luana brincou com Carla, provocando-a. Carla estreitou os olhos e lhe mostrou a língua. Arthur presenciando essa cena não pode deixar de sorrir. Então ela também tinha gostado dele. Daria um jeito de chamá-la para sair. Luana, olhou para Arthur agradeceu mais uma vez e pediu licença para ir ao banheiro se trocar, para poder sair do hospital, deixando a sós Carla e Arthur. Arthur encarou descaradamente Carla, que acompanhava com os olhos a amiga sair. Praguejava em pensamento. "Aquela garota danada, a tinha deixado sozinha com o Dr. bonitão. Ela iria lhe pagar.". Enquanto isso, Arthur a analisava da cabeça aos pés. Ela era linda, ele se imaginou mordendo aqueles s***s redondos que se sobressaiam no tecido jeans do macacão. - Você tem namorado? - Perguntou sem discrição. - Ahn, o quê? - Carla estava surpresa, o Dr. bonitão não perdia tempo. - É... não. - Olhou para ele diretamente nos olhos. Arthur perdeu o fôlego ao se ver refletir naqueles olhos. - Eu também não tenho namorada. - Respondeu sem que ela tivesse perguntado. - Gostaria de sair para jantar comigo amanhã à noite? Conheço um lugar maravilhoso que abriu recentemente na cidade. Posso pegá-la as 19hs é só me passar seu telefone e me mandar seu endereço. Nossa, pensou Carla, ele não perde tempo mesmo. - Bem, eu ... - engoliu seco, o que responderia? - Ok. Eu aceito o convite para o jantar. Anote meu número. Arthur anotou o número em seu celular rapidamente. Piscou para ela e saiu do quarto sem dizer mais nenhuma única palavra. Carla ficou atônita com o ocorrido, dera seu número de telefone e aceitara sair com um completo estranho! Devia estar perdendo o juízo!  Ela estava lá, parada no mesmo lugar quando Luana saiu do banheiro. - Tudo bem Carla? - Luana perguntou com cenho franzido e curiosa, - Sim, sim. Podemos ir? - Disse Carla forçando um sorriso. - Falou mais com o Dr. Arthur? - Perguntou Luana cutucando a amiga - Deixa de ser boba, e vamos logo. - Carla ria com a amiga. Luana concordou, mas achou a amiga um pouco distraída. Ao chegarem no carro, Carla olhou para Luana e disse: - Ele me chamou pra sair, amanhã a noite. - Carla estava apavorada com a situação em que se metera. Luana não conseguia acreditar. - Eu sabia que você estava estranha. - Luana ria com vontade. Estava tão empolgada, pela primeira vez em muito tempo estava tão feliz e relaxada. Carla ria com ela, entraram no carro e foram para a casa de Luana.

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

O Lobo Quebrado

read
121.8K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Kiera - Em Contraste com o Destino

read
5.8K

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook