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TENTAÇÃO- DOCE E PROIBIDO

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Sinopse

Virginia tem que passar todos os verões com a mãe, algo que ela detesta, pois simplesmente a odeia. No entanto, desta vez é diferente... porque Nara se casou com um empresário italiano, dono de uma fábrica de chocolate. E ela quer que Virginia conheça seu novo marido.

Embora a princípio se recuse a ter qualquer tipo de relacionamento com seu novo padrasto, sua opinião muda completamente assim que aquele homem musculoso de olhos escuros atravessa as portas da mansão.

Atraente, misterioso, sombrio... muito... muito... perigoso.

Morangos são uma sobremesa deliciosa... mas quando cobertos com chocolate, se transformam em um orgasmo para as papilas gustativas.

Doces, suculentos, tentadores... embora, se comer demais, possam fazer mal...

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Prólogo
°•~~~~🔥~~~~•° Virginia. — Chegamos, senhorita. Levanto os olhos do celular e aceno com a cabeça. O motorista sai do carro luxuoso, que a minha mãe mandou me buscar no aeroporto, e abre a porta. Relutantemente, saio do veículo e coloco os meus óculos de sol. Passo todos os verões com Nara, minha mãe. É um acordo que fizemos quando eu era adolescente, em troca de ela não me contactar no resto do ano. São três meses em que fico grudada no celular, fazendo videochamadas com meus amigos e indo a festas. A cada ano, moramos numa casa e um país diferentes, porque a minha mãe é imprevisível, irresponsável e volúvel, o que a impede de manter qualquer coisa. Um emprego, um lugar para morar ou um namorado. Às vezes ficamos em apartamentos, às vezes em hotéis decadentes e às vezes na casa da minha avó. O que eu mais odeio é o reencontro... aquele momento constrangedor em que tenho que fingir que senti saudades dela e puxar assunto. Mas este ano... é diferente. Recebi a ligação de Natal da Nara como de costume. Sempre conversávamos um pouco e fazíamos planos para o verão seguinte. No entanto, eu não esperava o que ela me disse. "Eu me casei!", ela exclamou, mostrando-me um anel de diamante maior que a sua unha postiça. Então lá estava eu, na sua nova "casa", prestes a conhecer o seu novo marido. O meu desinteresse rapidamente se transformou em curiosidade enquanto eu olhava para cima, admirando a mansão que se erguia diante de mim como um monólito de riqueza e elegância. Meu pai havia me contado alguns detalhes sobre a opulência recém-adquirida de Nara, mas nada poderia ter me preparado para isso. A fachada do prédio é uma mistura de estilos arquitetônicos, com elementos do Renascimento italiano e toques de modernidade, como os carros luxuosos estacionados, os detalhes em ouro, combinados com estátuas e decorações de calcário branco. As janelas de mármore parecem olhos vigilantes observando os visitantes, e a tarde ensolarada sussurra segredos às pedras antigas, como se o próprio ar estivesse impregnado com o aroma de poder e desejo. Esse cara parece ter muito dinheiro. "Lorenzo Stracci", John, meu pai, me disse. "O dono da 'Stracci', uma marca italiana de chocolates." Caminho devagar, sem pressa, querendo prolongar o encontro o máximo possível. Então paro para observar os pequenos detalhes que provavelmente nem todos notariam. A entrada principal é um grande portão de carvalho maciço, adornado com dobradiças de ferro forjado em forma de leões rugindo. Não o notei quando entramos porque estava concentrado em avisar meu pai que eu estava ali. A porta é ladeada por duas colunas de mármore, que sustentam uma sacada com um corrimão de ferro forjado intrincadamente trabalhado. Acima da sacada, ergue-se uma estátua de mármore de um anjo com as asas abertas. Sei muito sobre isso, porque meu pai é arquiteto. Ele trabalha nisso a vida toda e trabalhou sozinho por muitos anos até finalmente conseguir contratar funcionários. As portas se abrem, Nara corre na minha direção e quase me derruba, me abraçando. Fico parada, lutando contra a vontade de revirar os olhos. — Querida, você está aqui! Ela exclama, radiante. — Vamos nos divertir muito neste verão. — Não duvido. Murmuro. Ela pega o meu braço, fica ao meu lado e me impede de ver o homem encostado no batente da porta. Alto, de ombros largos, vestindo uma camisa com os primeiros botões abertos e calças justas. Os seus dedos estão cobertos de tatuagens e anéis, um colar adorna o seu pescoço... Os seus cabelos escuros estão levemente despenteados, como se ela tivesse passado a mão neles muitas vezes, e seus olhos... Pretos. Elas são uma tempestade de intensidade, emolduradas por longos cílios, dois faróis perfeitos que completam a harmonia daquele rosto, ao mesmo tempo, austero e refinado. — Virginia. Ele me cumprimenta, com um leve sotaque italiano nas vogais. — Nara me falou muito sobre você. O seu olhar é um toque físico, percorrendo a curva da minha bochecha, meus se*ios, o comprimento das minhas pernas... Sinto-me nua sob o seu escrutínio, mas, por algum motivo... isso não me incomoda nem um pouco. — Oi. Consigo dizer, incapaz de parar de olhá-lo de cima a baixo. Ele sorri. Ele sabe disso, e eu sei disso. Mas minha mãe interrompe rapidamente. — Por que você não vai ver o seu novo quarto? Assim você pode guardar as suas coisas, tomar um banho... O chef preparou um jantar especial para hoje à noite. Diz ela, colocando as mãos nos meus ombros. Dou de ombros, tirando o meu celular do bolso da jaqueta, e nesse instante, uma mulher com uniforme de empregada doméstica se aproxima de mim. — Por aqui, senhorita. Entramos e eu a sigo. Atrás de mim, alguns homens, cuja origem desconheço, carregam as minhas malas. — Espero que goste do seu quarto, senhorita. A moça sorri gentilmente e abre a porta. Assinto com a cabeça e entro. As paredes são pintadas de amarelo pastel, o chão coberto por um tapete branco, e a cama é da mesma cor, com um dossel dourado e lençóis de algodão egípcio. Um lustre de cristal pende do teto, e as janelas têm cortinas de seda amarelo-vivo. Num canto do quarto, há uma escrivaninha imponente com uma cadeira de couro branco, e na parede oposta à cama, um guarda-roupa embutido com portas espelhadas. E no centro, um sofá de veludo branco com almofadas de seda. Sento-me na cama, olhando ao redor. Por que tudo é amarelo? Quando foi que eu disse à Nara que gosto dessa cor? É evidente que ela trabalhou duro, mas não estou impressionada com o luxo. Sempre vivi uma vida boa. Meu pai me dá tudo o que preciso, mesmo agora que estou estudando na universidade. Ele não quer que eu trabalhe. Prefere que eu me concentre nos estudos e me forme. E, embora eu não esteja longe de me formar, me ofereci para ajudá-lo com a contabilidade, só para me sentir útil. A verdade é que somos de classe alta. Estou acostumada com quartos espaçosos e casas com jacuzzis e piscinas. No entanto, isso é um nível completamente diferente. A única coisa que me surpreende... é o marido da minha mãe. Meu padrasto. Ela é mais jovem do que eu imaginava, provavelmente uns vinte anos mais nova que a minha mãe, e se*xy... muito se*xy... Levanto-me e vou para o banheiro, que é tão luxuoso quanto o resto do quarto: mármore, luzes, uma banheira com torneiras douradas e hidromassagem, uma penteadeira com espelho iluminado e uma prateleira repleta de produtos de beleza. Vou tomar um banho de banheira em vez de um chuveiro. Se vou passar os próximos três meses com a minha mãe e seu marido excêntrico, posso muito bem aproveitar ao máximo o poder da culpa e a necessidade de Nara de compensar anos de trauma infantil com presentes e superficialidade. A mesa está farta de pratos deliciosos, uma vibrante variedade de cores. Sento-me, examinando cada item antes de finalmente escolher ervilhas. — É só isso que você vai comer? Nara ergue uma sobrancelha. — Tem frutos do mar, peru, rosbife... — Sou vegetariana. Murmuro. — Desde quando? — Desde os dez anos. — Um silêncio constrangedor. O novo marido dela toma um gole de vinho, fingindo não participar da conversa, mas percebo os seus olhos escuros percorrendo o meu corpo, mesmo que ele tente disfarçar. Pego o meu celular e checo as minhas redes sociais enquanto eles conversam para preencher o silêncio. — Como está indo a faculdade, Virginia? Ela se vira para mim novamente, e eu hesito antes de responder. — Bem, este é meu último ano. — E o que você vai fazer depois de se formar? — Trabalhar. — Que tipo de trabalho você vai fazer? Suspiro. Não gosto de conversar com ela, e ela sabe disso. — Num restaurante que meu pai está reformando. Digo. Estou cursando Gastronomia numa universidade particular. Quero ser chef, e trabalhar num restaurante sofisticado como aquele que meu pai foi contratado para reformar é uma ótima oportunidade para começar. — Um restaurante? Ela bufa. — Por favor, Virginia, você é capaz de muito mais do que isso… Você é uma moça elegante, querida. Pense como tal. Apoio o garfo firmemente na mesa, fixando o meu olhar neles pela primeira vez. — Posso fazer perguntas agora? Eles se entreolham, mas assentem. — Quantos anos você tem, papai? Estreito os meus olhos azuis para Lorenzo. Ele sorri e toma outro gole de vinho antes de responder. — Trinta e quatro anos. Ele responde. Trinta e quatro. Dou um sorriso travesso. — Este é mais novo que você. Digo à minha mãe. — Poderia ser meu irmão mais velho. Observo a veia saltar na sua testa. Gosto de provocá-la. Sempre gostei. — Virginia, não seja m*l-educada. Diz ela entre dentes cerrados. — O quê? É verdade. Dou de ombros. — Mas não se preocupe, eu gosto mais deste do que dos últimos cinco. — Virginia! O rosto dela fica completamente vermelho. — Não estou mais com fome. Levanto-me e, antes que possam responder, subo para o meu quarto. Faço a minha rotina de cuidados com a pele, escovo o meu longo cabelo loiro e visto um vestidinho branco como pijama. Meu pai me acostumou a tomar chá de ervas antes de dormir, geralmente chá de gengibre e limão. Desço até a cozinha e examino cuidadosamente as prateleiras, tomando cuidado para não acordar ninguém. Escolho chá de morango, pois resolvi experimentar. Tomo um gole do chá, observando a decoração na penumbra. Tudo isso é uma loucura... m*l consigo acreditar que a minha mãe, em questão de meses, se casou com um milionário italiano. Decido levar o chá para o meu quarto, mas, ao subir as escadas, encontro uma das portas do banheiro entreaberta. Ouço uma voz masculina cantarolando uma canção italiana e, ao passar pelo banheiro, o vejo se barbeando. O seu torso é nu, musculoso e coberto de tatuagens. Cada centímetro do seu corpo parece irradiar calor. E por um instante... sinto inveja de Nara. Sei que é errado, mas não consigo evitar imaginar... Se a suas mãos estivessem em mim, não para falar educadamente, mas com paixão. Se os seus lábios estivessem nos meus, não para me cumprimentar, mas com desespero. Esta é uma estrada perigosa... ‍​‌‌​​‌​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​‌‌​​‌​​‌​​​‌​​​‌​​‌​‌​‌‌‍

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