°•~~~~♦️~~~~•° Nara. A água escorre pelo tecido vermelho como se pudesse apagar mais do que uma simples mancha. Pressiono o vestido contra a pia com mais força do que o necessário, esfregando repetidamente o local onde o m*aldito frango explodiu, como se a força do gesto pudesse me devolver o controle que eu sentia estar perdendo diante de todos. O tecido escurece sob a água, a seda perde o seu brilho perfeito, e ainda assim continuo, porque parar significaria pensar… e pensar agora não é uma opção. — Ridíc*ulo… Murmuro, sem saber se estou falando do vestido, do jantar… ou de Virgínia. Fecho a torneira com força e me olho no espelho. O meu cabelo ainda está impecável, meus lábios quase sem borrões, meus olhos… não são meus olhos. Há algo ali que me incomoda, uma rachadura, um desconfo
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