>> Noah Sinclair >> Eu acordei praguejando inúmeros palavrões mentalmente assim que senti os raios solares atingirem a lateral do meu rosto. Mesmo com a minha cabeça latejando e o meu estômago gritando por comida, eu não precisava abrir os olhos para saber onde estou. Dava pra ter certeza que essa era a cama de Cristina pelo simples fato de tudo aqui ter aquele cheiro enjoado que parece de pêssego vindo do perfume que ela usa. E estranhamente, dava para ter quase certeza da hipótese de que eu estava sozinho. Abrir os olhos devagar para que eu pudesse me acostumar com a claridade. Para a confirmação das minhas suspeitas, tudo o que eu vejo é o amontanhado do enorme lenço azul claro que ia do envolto da minha cintura até o lado da cama onde ela dormiu. Me virei de barriga para

