>> Laís Montenegro >> Assim que chegamos na tal boate que o Dylan estava mencionando desde que eu disse que queria ir em um lugar ao qual eu pudesse dançar, pude notar que o lugar era incrível. O jogo de luz que iluminava todo o ambiente era incrível e, para a minha alegria, estava simplesmente lotado. Meu coração errou uma batida quando o homem que me trouxe aqui tomou a minha mão com a sua em um gesto protetor, quase como se quisesse garantir que eu não me perderia ou me afastaria dele a qualquer momento. Decidir não resistir contra isso. Ele começou a me puxar pelo meio dos corpos agitados e o odor de suor, cachaça e perfume, enquanto a música estridente tomava conta de cada molécula de oxigênio que continha no ambiente. Ainda com a mão segurando a minha, ele me levou em

