O silêncio do penthouse era um contraste violento com o pandemônio que haviam deixado no Metropolitan. O helicóptero pousou suavemente e, em poucos minutos, Seraphina e Julian Kaine estavam sozinhos na Galeria de Arte, o espaço neutro que agora parecia carregado de electricidade. Seraphina estava ofegante, não pela escada, mas pelo beijo final. O vestido vermelho era um peso, um lembrete físico do fogo que Julian havia acendido nela. Julian fechou a porta de vidro da suíte Oeste atrás deles. Ele não disse uma palavra. Ele apenas a olhou, e o desejo nos seus olhos era despojado de qualquer estratégia de negócios. Era puro, cru. — Foi um sucesso — disse Seraphina, lutando para soar profissional, embora a sua voz estivesse rouca. — Marcus e Theodore estão terminados. O público acredita na

