O pequeno escritório da academia Brustavo ficou em silêncio. Bruno podia ouvir o som do de seu coração batendo acelerado dentro do peito. De algum modo, o seu cérebro recebeu as absurdas palavras vindas do estranho à sua frente como verdadeiras. Mas era impossível que fossem verdade, não era? — Espera um minuto! O senhor poderia repetir o que acabou de dizer? — Sim, senhor Bruno, eu estava lhe dizendo que essa bebê é sua filha. — Se isso é algum tipo de piada, não tem a menor graça! — Disse Bruno com a voz fraca, olhando em seguida para Cristóvão, como se o amigo pudesse trazer o mundo de volta para seu eixo. — Eu sei que você não tinha conhecimento da criança, mas isso não te dá motivos para pensar que eu participaria de alguma "piada"! — Comentou a freira revirando os olhos. Bruno

