Quatro meses passaram rapidamente. Júlia e Bruno sentiam como se todo o tempo que passaram longe um do outro nunca tivesse existido. Estavam tão próximos como dois irmãos que se amam poderiam estar. Júlia nunca imaginou que o seu coração poderia amar tanto, parecia que, quanto mais amor tinha para dar, maior seu coração ficava. Tinha dias que sentia a suas bochechas queimarem de tanto sorrir. Os seus sentimentos por Gustavo aumentavam mais e mais, a tal ponto, que acreditava amar até mesmo os seus defeitos. Várias vezes, ele tentou convencê-la a dormir no seu quarto, ao que ela dizia que se ele pedisse permissão ao Bruno, ela o faria. Gustavo abandonou a ideia diante de tamanho empecilho, mas, apenas por algumas horas, escapando para o quarto dela sempre que podia. A viagem para o Brasil

