POV DE EDUARD.
Ela é tão diferente, me e*xcita, me deixa tão e*xcitado a ponto de desejá-la com uma força indescritível. Ela até faz o meu abdômen se contrair, e como eletricidade, uma onda percorre a minha carne, preenchendo as minhas veias com faíscas elétricas.
Eu tiro a sua roupaa rapidamente, assim como ela tira a minha, e entre um beijo e outro, devoramos a boca um do outro como dois loucos. Completamente nu, eu a levanto até a altura dos meus quadris e a pressiono contra a parede.
As suas unhas compridas cravam no meu ombro, os seus lábios pressionam a minha orelha, depois se movem para outro lugar, os seus dentes mordiscando o meu cabelo enquanto eu a penetro.
Com o meu pa*u dentro dela, eu me viro e caímos na cama. Eu me retiro, as minhas mãos percorrendo o seu corpo. Ela junta os braços e os estica acima da cabeça. Quando alcanço os seus sei*os, que eu chupo como um bebê faminto, ela se contorce como uma serpente e fica divinamente se*xy, o que só me e*xcita ainda mais.
Mordo a sua barriga lisa, as suas costelas e outras partes do seu corpo. Quero devorá-la com a minha boca, com meu pê*nis, com tudo. Ela é uma boneca divina que só desperta em mim um desejo ardente.
Deito-me para que ela possa subir em cima de mim e assumir o controle. É bom que elas nos dominem de vez em quando, embora, para ser honesto, de todas as minhas submissas, Bri seja a única que já fez isso.
Por que permito que tudo isso aconteça com essa garota? Por que a deixo me dominar?
Porque Bri Mitchell é a única mulher que já me fez sentir algo.
Ela está em cima de mim; os seus movimentos são divinos, sem restrições ou vergonha. É por isso que amo mulheres experientes, porque elas não ficam se cobrindo o tempo todo para evitar serem vistas, como virgens.
De que adianta ser o primeiro na cama delas se você não consegue aproveitar o se*xo?
É frustrante ter que esperar que ela esteja pronta. E isso me entedia. Não há nada como mergulhar de cabeça sem rodeios, fazendo-a gritar de prazer, não de dor.
Seus sei*os grandes e firmes tremulam a cada estocada. Quero me agarrar a eles novamente, então me levanto, ela segura a minha cabeça e me puxa para mais perto dos seus se*ios perfeitos. Ela arfa alto porque atingiu o org*asmo. Deixo-a liberar cada gota, porque, de agora em diante, elas virão uma após a outra.
— Po*rra, Bri! Eu te amo, meu bem! Eu a abraço pelas costas até me sentar, ainda com ela sobre mim.
Beijo o seu pescoço delicado, agarro os seus cabelos, encontro a sua boca e a devoro com um primeiro gole, enquanto ela balança os quadris, movendo-se suavemente.
Com a minha língua invadindo a sua boca, caímos para trás no colchão. Acomodo-me sobre ela e a penetro, estocando com força e vigor até atingir o êxtase.
— Você quer me engravidar, seu padrasto pervertido quer go*zar dentro de mim?
Eu sorrio e invado a sua boca com um beijo rápido. Faço pequenos movimentos até goz*ar dentro dela.
Continuo em cima dela, alisando os seus cabelos, enxugando o suor da sua testa, sentindo a suas unhas arranharem as minhas costas.
Depois de um tempo, me viro. Ela tenta se levantar, mas eu puxo o seu braço e a obrigo a ficar deitada ao meu lado.
— Preciso ir.
— Hoje não, esta noite não.
— Você está louco? Minha mãe vai perceber que nenhum de nós foi para casa.
— Invente alguma coisa. Porque, para mim, eu volto para casa quando eu quiser, qualquer dia que eu quiser. Não sou controlado por ela, nem por ninguém. E decidi passar esta noite com você.
Eu a beijo novamente, subo em cima dela de novo, porque desejo o seu corpo. Sou como um carro velho, que continua a ficar duro. Ou melhor, sempre que a tenho por perto, nua e disponível para mim.
Sento-me na beira da cama, monto nela e a puxo para o meu colo. Penetro na sua vag*ina úmida e apertada, que eu adoro. Ela se joga para trás, enquanto a seguro por suas costas esbeltas. Ela me oferece os se*ios e eu abocanho um deles.
— Oh, Eduard! Você é requintado, é por isso que eu te amo.
Ela murmura enquanto eu chupo o seu se*io. Paro ao ouvir essa palavra. Vinda dela, sempre me deixa em transe.
Puxo a sua cabeça para mais perto, olho para ela com uma expressão enlouquecida, pressiono os meus lábios contra os dela e viro-me com um movimento rápido, deixando os seus quadris na beira da cama.
Eu penetrei com força enquanto as nossas mãos se entrelaçavam acima da cabeça dela. Com os nossos dedos entrelaçados, pressionei o colchão, fazendo as veias das minhas mãos saltarem.
Puxei com força, repetidas vezes, até que Brigitte explodiu em êxtase. Depois disso, vieram muitos outros. Perdi a conta de quantos orga*smos ela teve ao longo de meia hora.
Após uma longa sessão de sexo, em todos os cantos desta suíte, tomamos banho e nos deitamos na cama para esperar o anoitecer.
Ela adormeceu, e eu fiquei ali observando a sua figura, traçando linhas ao longo das suas curvas, abraçando-a por trás, como nunca abracei uma mulher em toda a minha vida.
Levantei-me quando ouvi o meu celular vibrar, peguei-o e atendi. — Missão cumprida, senhor. Aquela mulher não o incomodará novamente. Depois de ouvir isso, desliguei e voltei para a cama com Brigitte.
Eu queria poder ficar com ela aqui para sempre, mas há tanta coisa para fazer, como destruir a rede de tráfico humano que a minha mãe, aquela va*dia, comanda.
Porque, depois de todos os milhões que meu pai pagou por mim, aquela mulher miserável não fez nada além de criar bordéis de todos os tipos, dos mais vulgares aos mais elegantes.
Além disso, preciso encontrar as provas que Barbara me contou, as provas que me incriminam na morte do meu avô. Mesmo tendo sido um acidente, aquela v*adia usou isso para me incriminar e me chantagear.
Tentei encontrar o desgraçado que tem as provas, aquele que também foi cúmplice dela para me incriminar, mas até hoje não consegui encontrar aquele miserável.
Mas eu o encontrarei em breve. E quando eu conseguir essas provas, vou destruí-las. Vou contar para Barbara que o nosso casamento é uma farsa, porque eu nunca vou atrelar a minha vida a uma mulher ambiciosa que só se casou com o meu avô por dinheiro, abandonando o marido e a filha.
Às sete da noite, chamo Brigitte para jantar. Já deixei tudo pronto na sala de jantar. Ela acorda devagar e, assim que abre os olhos, sorrio para ela.
— O jantar está pronto.
— Vamos mesmo ficar aqui, Eduard?
— Sim, e ficaremos aqui pelo resto da noite.
Pego-a no colo e a levo para a sala de estar. Ela envolve os meus braços delicados em volta do meu pescoço e me olha, admirada.
— É você?
— Digamos que este é o meu lado gentil.
— E o lado que você me mostrou semanas atrás?
— Meu lado frio. Você ainda precisa conhecer o meu lado sombrio.
Digo enquanto a ajudo a se sentar na cadeira. Sorrio ao me sentar à sua frente.
— Nunca quero conhecer o seu lado sombrio.
— Isso é bom.
Desengato os dois pratos. No instante em que o cheiro de comida invade as nossas narinas, Brigitte se levanta num pulo, cobre a boca com as mãos e corre para o quarto.
Fico parado ali por um momento, atônito, e então a sigo. Ao entrar no quarto, ouço-a vomitando no banheiro. Paro na porta e a observo de cima.
— Droga, não sei o que me fez m*al. Não me lembro de ter comido nada que pudesse ter me deixado enjoada.
— Há quanto tempo você está com náuseas? Ela me olha e dá de ombros. Aproximo-me dela com um olhar frio. — Desde quando?
— Não sei. Acho que desde ontem. Ela sai do banheiro e eu a seguro pelo braço. Ela olha para mim, depois para o meu aperto. Solto-a e, com um suspiro, pergunto: você sentiu náuseas ou tonturas em outros dias?
— Não muito. Só senti um pouco de tontura ontem. Ela faz uma pausa, inclina a cabeça, sacudindo a cabeça, seja lá o que estivesse pensando. Algo que comi deve ter me feito m*al. A mesma coisa aconteceu há um mês, mas minha mãe me levou ao médico e eu melhorei depois de fazer alguns exames.