Dá certo?

960 Palavras
LUCKY GREY. Acordo com um humor de cão, uma dør de cabeça, eu não devia ter bebido tanto. Mas foi necessário, não acredito na hipótese de está me apaixonando, tive que magoar a Ivy para mantê-la longe de mim, sair ontem com o Alisson e o Jerry, me mantive o máximo de tempo longe da , Ivy. Mas quando cheguei em casa, que vi ela deitada, seu rosto marcados pelas lágrimas, me pergunto se ela estava chorando por que eu demorei ? Não resisti em ficar longe dela, só hoje, digo a mim mesmo. Banho-me e deito-me ao seu lado, afundo meu nariz em seu pescoço, tenho que tirar essa barba amanhã. Se ela soubesse como eu estava loucø para fazê-la minha, talvez eu me arrependesse depois, esse foi o meu medo. Levanto-me, vou pro chuveiro. Tomo um banho enquanto penso na merdª que fiz ontem, não devia ter lhe comparado com a Alexa. Deixo a água molhar meu corpo, tudo tinha que ser tão confuso assim ? Eu sou 18anos mais velho que a Ivy, ela é filha da única mulher que eu amei. Porquê? Saio do banheiro e entro no meu closet. Visto algo casual, não vou sair de casa hoje. Será que a Ivy já acordou? Saio do meu quarto e vou até o dela. Vejo ela de bruços, com uma perna estirada e a outra encolhida, me dando uma visão deslumbrante. Que delícia, meu pªu fica potente. Não aguento mais, hoje eu vou acabar com todo esse meu sofrimento. Vou dá uma chance a Ivy, vou ser a porrª do homem que ela sempre quis, serei o capacho dela. Saio do quarto dela e vou para a cozinha, preparo nosso café da manhã. Nem mesmo sei o que ela gosta, mas posso fazer panquecas, com cobertura de chocolate, ela ama chocolate. Preparo as panquecas. Me pergunto o quê mais ela pode gostar. Pego meu telefone e ligo pra Isis. CHAMADA ON. Isis: Lucky, como a Letícia está? Lucky: Olá, Ísis! Ela está bem, dormindo. Bom dia! Isis: Bom dia! Lucky: Eu queria uma informação, Ísis. Isis: Vá ao ponto, Lucky. Lucky: É... A Ivy gosta de comer o quê? Isis: Comer? Lucky: Estou preparando o café da manhã. Isis: Você não sabe o que a sua mulher gosta? A é, a sua ex-mulher. Ela caçoa da minha cara, não gosto dessa brincadeira. Lucky: Não, eu não sei. Mas estou tentando mudar isso. Isis:Ela gosta de comida francesa, o café da manhã não pode faltar pães recheado com ovos. Suco de laranja com hortelã. Tchau, Lucky. Ela desliga, preparo o suco e corro pra comprar os pães. Compro flores também. Enfeito a mesa e deixo tudo bem bonito, Lucky Grey sendo romântico. Sorrio de mim mesmo. Logo a Ivy aparece, gostosa pra caralhø. Com um mine conjunto de banho, uma blusinha e um short que está todo enterrado na sua bundª, redondinha. Ivy:Bom dia! Ela fala analisando as pétalas de rosas espalhadas pelo chão e no mármore da mesa. Lucky: Bom dia! Puxo a cadeira pra ela sentar. Ivy: Você que comprou tudo isso? Lucky: Sim. Sorrio. Ela passa para a pia. Pega um recipiente e começa a colocar algumas coisas na mesa. Lucky: Vai fazer o quê? Ivy: Bolo de chocolate. Como assim? Eu preparei o café da manhã preferido dela. Que ingrata. Lucky: Você não gosta de comida francesa? Ivy: Mais ou menos. Esse pães são recheados com ovos, né? Lucky: Sim. Ivy:Eu tenho alergia a ovos, esses ovos. Ela diz com um sorriso malicioso. Lucky: Tem? Ivy: Tenho e eu não gosto de suco de laranja. Lucky: Pensei que seu suco favorito fosse, laranja com hortelã. Ivy: Não, é abacaxi com hortelã ou morango. A Ísis mentiu pra mim, que vacª.__Mas de manhã, eu gosto de capuccino. Eu gosto de comida italiana. Lucky: Caramba, eu não sabia me desculpe. Pensei que você gostasse de comida francesa. Ivy:Tudo bem, não tinha como você saber. Lucky:Eu fiz panquecas com recheio de chocolate. Ivy: Isso eu gosto. Lucky: Vou preparar seu suco. Levanto-me e começo a preparar. Quando termino, sirvo ela, que come igual uma princesa. Fico lhe observando, como essa mulher é perfeita. Meu pªu pulsa. Lucky: Caralhø. Batø na mesa, quando ela passa o dedo no lábio,limpa o chocolate e o leva até a boca, chupando-o. Ivy: Que foi? Diz me olhando. Lucky: Precisamos resolver nossas vidas, Ivy. Não dá mais para vivemos assim, não depois do que quase aconteceu ontem. Ela me olha atentamente com seus olhinhos cor de mel. A puxo para que se sente em minhas pernas. Ela fica me olhando, encarando meus lábios. Acaricio sua coxa e dou uma apertada, vejo os pelinhos dos seus braços se arrepiarem. Lucky: Eu fui um otáriø ontem, Ivy. Eu sempre sou otáriø, mas eu só hajo assim, por que no fundo, Ivy. Eu preciso te manter longe de mim. Eu tenho medo, tenho medo de me apaixonar por você. Ivy: Lucky eu ... Coloco os dedos em seus lábios, para que ela se cale. Lucky: Quando eu perdi a sua mãe, Ivy. Ela... ela estava grávida. Ivy: Gra... grávida? Ninguém nunca me contou isso. Lucky: Eu sei, eu pedi que não te contassem. Era uma menina, Ivy. Eu pensei que podia cuidar de ti, ivy. Que pudesse ser como um pai para você, mas você se apaixono. E isso me fud3u. Aperto ainda mais a coxª dela. Paramos os dois, nos olhando e ficamos pensando. Ivy: Você não devia ter mentido para mim, eu teria matadø o Patrick dolorosamente. Lucky: Eu sei, mas eu não queria que você sofresse. Queria que nos déssemos bem. Ela passa a mão na minha nuca. Ivy: Nunca vamos nos dá bem, Lucky. Ela encosta a testa na minha.
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