capítulo 38

1482 Palavras

Dias depois, O volante parecia frio demais nas mãos de Erick enquanto ele dirigia rumo ao hospital. A cada quilômetro percorrido, os pensamentos voltavam para o mesmo lugar — Patrício, Phillipe e aquela sensação incômoda, venenosa, de que havia algo obscuro sendo tramado por trás da fachada elegante da família Mercury. Nada ali era inocente. Nada era por acaso. Se suas suspeitas estivessem certas, Patrício preferia ver a filha outra vez ao lado de Phillipe, o ex-marido ambicioso e conveniente, do que com ele. Erick apertou o volante, os nós dos dedos ficando brancos. Ele não entregaria Marina para ninguém. Não depois de tudo que viveram. Não depois de finalmente terem conquistado paz. Mais um motivo — talvez o maior deles — para não desestabilizar Marina com segredos agora. Eles estavam

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