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Casamento Forçado II

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Sinopse

*História diferente do primeiro livro, pode ler separadamente*

Sophie é uma mulher de 20 anos que já terminou o colegial, mas até hoje não sabe o quer fazer da sua vida, só sabe que quer fazer faculdade e arranja um trabalho sem ajuda de seus pais. Carla e Jose são os pais de Sophie, não sabem viver sem dinheiro e sua empresa está passando por problemas financeiros, deixando eles nervosos e vai pedir ajuda a família de Manuel. E a única solução seria arranjar um casamento forçado para sua filha.

Gabriel é um homem forte,lindo, porém frio, arrogante, grosso, mas por trás dessa máscara existe um verdadeiro príncipe. Toma conta de uma das empresas de seus pais, e vive para isso e para as mulheres. Seus pais Manuel e Isabel, são ricos e desde que tiveram Gabriel, o sonho deles é verem o filho se casar, dar netos e ter uma família completa. Mas Gabriel não quer deixar de ser solteiro, deixando seus pais decepcionados. Até terem uma ideia, de casar a força seu filho.

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Capítulo 1
Eu sempre fui uma menina calma, cuidadosa, carinhosa e educada. E muito mimada. Sempre tive tudo que eu sempre quis, mas não pense que sou metida, isso não. Tenho os pais mais ausentes do mundo, eles vivem pro trabalho e o dinheiro, o que faz eu ficar sozinha sempre. Eles acham que dinheiro é tudo, mas não é assim que funciona a vida. Minha melhor amiga é a Flávia, uma morena de olhos azuis e muito bonita. Por onde passa chama a atenção. Já eu sou uma branquela, de cabelo escuro e não chamo tanta atenção assim e nem quero. Enquanto eu descia as escadas, minha mãe estava sentada no sofá e tinha chamado pra eu sentar com ela ali pra conversar comigo. - Filha, a empresa está passando por problemas financeiros - minha mãe disse, triste. - Mas tá tão r**m assim mamãe? - perguntei. - Sim, e seu pai só conseguiu uma única solução. - Qual? - Você ajudaria no que for, minha filha? - Claro, e eu posso ajudar? - O amigo do seu pai, na verdade da família, tem um filho e ele quer casar, então viu você e gostou... Ele nos propôs um casamento entre vocês... - O que? Como assim mãe? Vocês não aceitaram isso né? - perguntei surpresa e esperando que fosse uma simples brincadeira da minha mãe. - Minha filha... Não tivemos escolha, o rapaz gostou de você e ele é tão lindo minha filha - minha mãe disse, sorrindo. - Não, eu não quero saber se é bonito ou não! Vocês só podem estar de brincadeira comigo - falei, negando com a cabeça. - Eu sei que você não queria, mas... Não tivemos outra saída minha filha. - E o que eu quero não conta? Eu sou nova e já vou casar? Estamos em que século? - perguntei, limpando as lágrimas que caiam em meu rosto. - Mas nossa empresa vai falir se não fizermos isso, vamos perde tudo. Tudo que um dia seu avô conquistou vai acabar - ela disse. - Mãe, não pode ser... Estou muito decepcionada com vocês, nunca esperei isso de vocês. Eu nunca vou perdoar vocês por isso - falei, correndo até a porta e saindo pela mesma. Antes de eu sair pela porta, eu peguei a chave do meu carro e fui até ele, chorando. Eles não poderiam ter feito o que fizeram, me casar com um estranho? Liguei o carro e fui dirigindo até a praia, ali era o único lugar que me acalmava mais e era ali que eu iria ficar. Tinha muita gente pegando sol, caminhando, mas parei apenas em uma sombra de um coqueiro e lembrei da conversa com minha mãe, quando lembrei de tudo, comecei a chorar de novo. Fiquei uns vinte minutos assim, olhando o mar em minha frente e sentindo apenas as lágrimas caindo em meu rosto, não me importei com nada mais, nem se tava toda molhada. - Moça, tá tudo bem? - uma voz de homem perguntou. Olhei pra quem tinha falado, e era um homem lindo, um gostoso. - Hum, tá sim. Não precisa se preocupar, vou ficar bem. - apenas disse, virando o rosto. - Não parece, estou te observando de longe e já vi você chorando mais que minha mãe chorou quando eu saí de casa - ele disse, fazendo uma gracinha pra eu dar risada, e havia conseguido. - Ela chorou muito assim? - eu perguntei, sorrindo de lado. - Você não imagina o quanto, só que você tá passando ela quase. - Eu só estou com uns problemas... - falei abaixando a cabeça. - Todos temos problemas, mas chorar não vai adiantar muito, você tem que encarar - ele falou,sentando ao meu lado. - Nem te conheço e você vindo me consolar - falei, olhando-o. - Bom, me chamo Caio e sou muito legal, só não encontro sempre uma princesa chorando na praia, o que é um azar pra mim, mas hoje eu tive uma grande sorte - ele disse, piscando. - E qual seria sua sorte? - perguntei. - Ter encontrado alguém tão bela como você, pena que tá com o rostinho triste. - ele disse, limpando meu rosto molhado. - Eu to com problemas em casa e... - Vamos esquecer disso um pouco? Posso saber o nome da princesa? - Você está certo. Me chamo Sophie - falei, sorrindo. - Princesa Sophie. Tem um desenho não tem? - ele fez uma careta. - Acho que sim, não sei - fiz bico, sorrindo. - Depois eu pergunto a minha prima de cinco anos - ele disse, piscando um olho pra mim. Ficamos conversando de quase tudo, já tinha até esquecido meus pais. Caio era engraçado e um verdadeiro príncipe, me fez rir mais que tudo, e sempre jogava uma gracinha pra mim. Descobrir que estava morando em frente à praia poucas semanas, sua mãe chorou quase uma semana, e ele era estudante de direito. E eu fui falando de mim também, menos a parte que eu tava quase me casando. - Ficamos a tarde toda aqui né? O sol já tá indo - falei, observando o sol. - Tá sim, só que eu só vejo beleza aqui do meu lado - ele disse me olhando, olhei em seus olhos e sorrir. - Você sempre dá essas cantadas nas meninas? - perguntei, rindo. - Não, só nas mais bonitas. Tá funcionando? - Muito fraquinho viu? Pode melhorar - rir. - Pode deixar, vou melhor - piscou. - Assim vai conquistar todas- falei. - Você não é todas, então to te conquistando? - ele disse. Senti minhas bochechas vermelhas e abaixei a cabeça com vergonha. - Deixei ela envergonhada - ele riu. - Para i****a - falei, lhe dando um t**a no ombro. - Acho que já vou embora, tá ficando tarde e diferente de você, moro com meus pais ainda e eles podem estar preocupados comigo - falei, levantando. - Claro, mas como faço pra te encontrar novamente? - ele perguntou. - Me passa teu número e nos falamos por mensagem, pode ser? - perguntei. - Maravilhoso. Você vai a pé? Te dou uma carona. - Estou de carro, ele está do outro lado da rua - falei, andando até o calçadão e ele ao meu lado. - Então vamos, te levo até lá. Vai que alguém te agarre por aí? Nunca se sabe - ele disse, colocando seu braço em volta do meu pescoço. - Só fala besteira, nossa! Ele me levou até a porta do meu carro e paro em minha frente, colocou minha franja atrás da orelha que tava caindo em minha testa e sorriu. Peguei o celular dele e anotei meu celular. - Não vai anotar o meu? - ele perguntou. - To sem o meu aqui, me chama no w******p que salvo, ok? - Ok então, adorei conhecer você, sabia? - falou, sorrindo. - Eu também. Você foi a melhor coisa de hoje - falei sorrindo. - Fico feliz, vamos marca de sair qualquer dia desses? - Claro, me fala o dia e a hora pelo o celular, ok? - perguntei, abrindo a porta do carro. - Sim, vai com cuidado viu? E não chore mais, você é mais linda sorrindo - ele falou. Dei um abraço apertado nele e quando fui dar um beijo em sua bochecha, ele virou o rosto e acabou saindo um selinho. Ele sorriu e eu dei um tchau. Liguei o carro e sai logo com o mesmo. Quando estacionei o carro na minha vaga, e fui andando devagar até a porta. Abrir a mesma e minha mãe tava vendo televisão ali. - Estava aonde? - ela perguntou. - Na praia - falei. - Ata - ela disse. - Minha filha pensa com carinho naquilo que te falei ok? - Tá mãe, vou subir e depois conversamos, ok? - suspirei. Ela apenas assentiu e eu fui pro meu quarto. Entrei no mesmo e peguei meu celular indo pro banheiro, me olhei no espelho e vi que tinha mensagens em meu celular. Respondi alguns que estavam ali e vi uma mensagem do Caio. Sorri. Caio: salva meu número aí gatinha ?. Sophie: pronto. Já chegou em casa? Mandei e fui tomar um banho, mas sem lavar o cabelo. Quando acabei, me sequei toda e coloquei um pijama. Deitei na cama e liguei a televisão, deixando em um canal de filmes. Fiquei vendo até tarde , quando deu quase uma da manhã, meu celular apitou e vi que era uma mensagem do Caio. ~ Caio: oi , foi m*l a demora, meu melhor amigo bebeu demais e me ligou, fui buscar ele na boate e levei até a casa dele rsrs, tá acordada? Sophie: sim, nossa... Teu amigo bebe tanto assim? Hahaha. Caio: nem sempre, mas hj se empolgou demais. ~ Ficamos conversando um pouco e logo me despedi, indo dormi. Coloquei o celular ao meu lado e logo dormi. Tava tão cansada e triste, que apaguei logo.

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